Conselho vai julgar se PM acusado de extorquir empresário será expulso

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O governador Ibaneis Rocha (MDB) instaurou um conselho de justificação na Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) para julgar se o tenente-coronel Sérgio Roberto Roballo é capaz de persistir na corporação. O oficial é investigado por supostamente, ter cobrado R$ 3 milhões de empresários credenciados ao Departamento de Trânsito do DF (Detran). As empresas prestam serviço de vistoria veicular.

O grupo deve, no prazo regulamentar, apresentar um relatório acusatório ao qualificativo de promoção do Conselho de Justificação, proposta na prática todas as oportunidades do Conselho de Justificação, proporcionando a possibilidade de exercício do direito ao direito amplo e contraditório do Ministério Público.

Conforme revelado pela coluna, o oficial foi alvo de mandado de busca e apreensão em janeiro deste ano. Batizada de Operação, a Operação Delegacia de Repressão à Corrupção, vinculada ao Departamento de Combate à Corrupção e ao Departamento de Combate à Corrupção e ao Crime Organizado (Decor), coletou denúncias foram identificadas que apontam que as vítimas foram identificadas como vítimas de documentos que supostamente revelariam irregularidades praticadas pela divulgação de documentos que supostamente revelariam irregularidades praticadas pela divulgação de documentos pelo empresário no processo de credenciamento no Detran. Ainda não é possível saber se a quantidade foi paga.

Ainda em janeiro, a reportagem teve acesso a uma imagem exclusiva que mostra reunião entre Roballo (de camisa cinza na foto) e dois advogados que representam em destaque credenciados ao Detran. O encontro ocorreu em agosto do ano passado localizado no Sudoeste.

Segundo uma fonte ou vida pela Na Mira, um dos representantes das vítimas, que aparece de bermuda na imagem, também é militar. O PM, entretanto, é da reserva remunerada.

Porta voz

O tenente-coronel Roballo teria como “um grupo formado por pessoas que teriam sido prejudicadas” de um grupo formado por pessoas que teriam sido prejudicadas com a terceirização das atuações, sendo que o valor seria necessário para aumentar os serviços apoiados pela substituição na contratação serviços.

Recentemente, o serviço veiculares no Distrito Federal foi terceirizado, passando a ser visto por empresas credenciadas pelo Detran, fato que desagradou uma parcela dos atores anteriormente envolvidos.

O nome escolhido para a operação — o termo em inglês Blackmail — faz alusão a chantagem ou extorsão. A reportagem não conseguiu localizar a defesa do policial. O espaço permanece aberto para manifestações.

Veja imagens da operação:

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Outro escândalo

Não é a primeira vez que o nome do policial é alvo de investigação. Em 2019, o Metrópoles mostrou que o tenente-coronel respondeu a um procedimento na Corregedoria por possibilidade de utilização como dependências do 1º Batalhão de Trânsito da PMDF como escritório particular.

Segundo o processo que tramitou na Auditoria Militar, Sérgio Roberto Roballo teria escalado PMs do Serviço Voluntário Gratificado (SVG) para, de forma terceirizada, fazer escolta motorizada em eventos na cidade.

A PM apurou se o oficial também obteve vantagens em troca dos trabalhos. De acordo com os autos, ele teria adquirido um imóvel de R$ 1 milhão, adquirido em compatível com o seu salário, que é de R$ 17,142.

Outro crime militar atribuído ao tenente-coronel é o uso indiscriminado de viaturas. Conforme consta no processo, ele seria utilizado um carro e uma moto da PMDF para fins particulares.

Os veículos não têm plotagem e integram a frota do Centro de Manutenção da instituição. O policial teria, inclusive, adulterado as placas identificadoras dos automóveis, segundo os automóveis.

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