Sachsida enfrentará Resistanceência na Petrobras (PETR4) para mudar fórmula de preços, dizemos à fontes Reuters

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Brasília (Reuters) – O novo ministro de Minas e Energia, Adolfo Sachsida, deve encontrar Resistência na Petrobras (PETR3;PETR4).

A ideia do jogador não é fornecer um produto bem recebido internamente pela Petrobras, o que importa para um importador de petróleo, sob o que o ministro traria novo risco ao consumidor, para outros fornecedores, não importa um valor importador de produtos de petróleo. abastecimento do mercado brasileiro.

Alçado ao comando da Pasta a críticas do Presidente Jair anunciou à estatal, oeconomica, para colocar em estudo possível privatização até iniciativa, mas ainda não falou ao público sobre o momento de medidas específicas da Petrobras que pleito do Palácio Plan rediruz de Bolsonaro cobustíveis.

Como mostrou um patamar da Reuters em março, um equipamento do Governo defende que a Petrobras se aposenta do custo de custo relacionado à sua avaliação de preços atual, argumentando que uma metodologia leva os preços dos preços a um mais alto econômico.

Segundo duas fontes do Governo, Sachsida apoia a adoção da medida. Quatrontes da Petrobras comunicaram à Reuters, porém, que a diretoria atual não concorda com propostas de mudanças na fórmula de cálculo dos preços cobustíveis.

“Inventar conta não muda o fato de outros importadores. Os preços a conta são pelo mercado, não mudam”, disse uma delas, sob condição de anonimato.

Outra fonte que parece natimorta e não pode ser afirmada pode ser proposta porque inviabilizaria a atuação de importadores de Combustíveis no país – em uma situação na Petrobras não tem capacidade para atender qual fonte ao mercado doméstico com produtos refinados.

De acordo com os funcionários da empresa que dois não se identificam, o comando atual da estatal controla os preços de Compromissos e não prevê a escolha de nenhuma ação nesse sentido.

“A empresa não pode comprar uma carga de diesel no Golfo do México e revendê-la no Brasil com prejuízo, segundo uma das fontes. “, acrecentou.

O plano defender pelaequipe econômico –com respaldo de Sachsida– prevê que seja mantida uma política de paridade com o petróleo, mas que sejam excluídos da conta os custos de frete seguro, e embarque no preço na entrega dos alimentos –alterando o modelo de CIF (faça inglês, custo, seguro e frete) para FOB (free on board).

Em defesa da mudança, os membros do Governo argumentam que o combustível vendido pela Petrobras é majoritariamente produzido no país e, por isso, não faria sentido adicional em relação ao custo de importação.

A estatal é responsável por mais de 80% da capacidade de refino do país. assim, o Brasil depende de ainda.

Procurada, a Petrobras disse que o preço de metodologia de reciclagem CIF, é um valor de referência em economias abertas, ressaltando que usa a prática de que buscou com o mercado internacional, valor de paridade de preços acessíveis por evento.

“Essa referência é básica para formar o preço competitivo quando o país é importador dessa mercadoria, como somos no caso dos cobustíveis, de forma que o mercado brasileiro continue sendo suprido, sem riscos de desabastecimento”, infomou.

O Ministério de Minas e Energia não respondeu de imediato.

Nada Fasier

Por definição da Petrobras contaro apesar do presidente Jair Bolsonaro quando o assunto é preço de cobustível, o Governo não tem autonomia para fazer o próprio ajuste, quedependeria de ajuste.

Eles ainda afirmaram a decisão final de trocar a direção para implementar medidas desse tipo de iniciativa da empresa que, no momento, não teria esse plano.

Segundo eles, uma troca de Presidente da estatal seria mais simples, uma vez depende da indicação de Jair Bolsonaro, mas levaria mais tempo, no mínimo 40 dias, já que teria a eleição de um novo conselho de administração em assembleia de acionistas – o CEO, pelas regras da Petrobras, integra o colegiado.

Em outra frenteequipe também vinha internamente no Governo uma reflexão nos momentos de reajuste das moléculas pela Petrobras. Discussion também no conselho estatal, que atualmente não afirma a volatilidade dos mercados globais.

Sachsida e o choque da área da criação do Tesouro Nacional e do choque já estão em um estudo de economia pelo governo, como o choque de um fundo de estabilização ou choques nos preços com uso de recuros da União.

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