A Web 3.0 é a solução para criadores de conteúdo ganharem mais – eles só precisam se dar conta disso – Criptomoedas

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*Por Solo Ceesay

Com a tecnologia blockchain, estrelas do esporte, celebridades e criadores de conteúdo encontraram maneiras sem precedentes e mais poderosas de monetizar seus trabalhos, criar laços mais fortes com fãs e ganhar autonomia.

No entanto, no podcast “New Money With Spencer and Solo”, Spencer Dinwiddie (jogador de basquete profissional) e eu aprendemos rapidamente que as estruturas existentes da Web 2.0 já não dão o apoio que os criadores de conteúdo precisam para alcançar seus objetivos de carreira. Nossos convidados relataram sentir um desequilíbrio significativo na quantidade de conteúdo que criaram e seu respectivo valor, versus o valor que estavam ganhando.

Isso porque eles precisam gastar tempo e dinheiro significativos entregando materiais que satisfaçam não só o seu público, mas também os algoritmos.

Como os algoritmos da Web 2.0 não estão acessíveis publicamente, os criadores tiveram que apostar em um lugar de destaque no topo dos feeds das redes sociais. Portanto, é impossível entender como maximizar o valor monetário da criação de conteúdo, o que na prática significa que os fluxos de receita dos criadores não são confiáveis. Como alguém administra um negócio de sucesso nessas condições?

A Web 2.0 capacitou os pequenos grupos que criam algoritmos de mídias sociais e funcionalidades de publicidade para monopolizar esses protocolos e determinar quais criadores ganham dinheiro, por quais meios e por quanto.

Por sua vez, a forma como essas marcas interagem com uma plataforma amplia essa dinâmica de poder tirânico. As empresas de mídia social dependem das marcas para receita de publicidade. Enquanto isso, as marcas contam com plataformas sociais para exposição, capitalizando no seguimento de influenciadores. Os criadores digitais tornam-se peões que as plataformas sociais e as marcas trocam. É uma situação ganha-ganha para as grandes corporações envolvidas, mas o valor recebido pelos criadores fica devendo.

O acesso aberto oferecido pela Web 3.0 elimina a hierarquia de poder, permitindo que os criadores assumam o controle de seus negócios. Spencer observou que “nossas conversas no ‘New Money’ nos ensinaram sobre a urgência de os criadores poderem monetizar diretamente [seus conteúdos], sem a interferência de terceiros”, e que as plataformas descentralizadas recém-desenvolvidas fornecem avenidas mais eficientes para transações entre criadores e fãs.

Estabilidade de carreira

A criação de conteúdo na Web 3.0 parece muito diferente, já que criadores são capazes de determinar quanto cobram e sob quais condições. Esse modelo transforma as mídias sociais em uma escolha de carreira estável, eliminando a imprevisibilidade que inflama a ansiedade e desestimula a participação. Os criadores têm maior patrimônio do que nos modelos de pagamento existentes, e os fãs podem tratar os paywalls com desprezo.

Mas a maioria dos fãs e criadores ainda precisam entender como a Web 3.0 facilita o acesso ao conteúdo e cria modelos de negócios mais sustentáveis do que outras abordagens. Agora, os desenvolvedores têm uma oportunidade de ouro para resolver essa lacuna de forma rápida e permanente, tirando o poder de corporações gigantes.

Corrigindo erros

A Web 3.0 nos permite corrigir alguns dos erros mais flagrantes das plataformas sociais atuais. Infelizmente, testemunhamos vários incidentes nos quais os algoritmos da Web 2 discriminam comunidades marginalizadas.

Ativistas indígenas americanos, por exemplo, descobriram que suas postagens no Instagram estavam sendo censuradas e criadores negros processaram o YouTube por remover automaticamente seus conteúdos sob alegação de suposta demonstração de preconceito racial. Os críticos do TikTok têm como alvo seu algoritmo no estilo “filtro bolha” (seleção de conteúdo conforme escolhas passadas dos usuários), que supostamente envia vídeos do mesmo grupo demográfico das pessoas. Isso levou muitos criadores negros a abandonar o aplicativo.

O engajamento direto nas plataformas da Web 3.0 está permitindo que criadores e fãs ignorem a possibilidade de discriminação algorítmica e garantam que as minorias tenham oportunidades iguais para definir suas carreiras.

Lições aprendidas

O “New Money” nos ensinou que os criadores ainda têm dúvidas fundamentais sobre como acessar e usar a Web 3.0. Eles estão acostumados com o monopólio centralizado e de código fechado de nossa atual infraestrutura da Web.

Por exemplo, os criadores precisam de orientação prática sobre como baixar uma carteira de criptomoedas e como usá-la para comprar e armazenar ativos digitais. Mesmo algumas das maiores marcas internacionais ainda não adotaram totalmente essas ferramentas, portanto, essas informações são difíceis de obter.

Não há um guia passo a passo para influenciadores de mídia social. Nossas convidadas do “New Money”, as gêmeas do The Victor Twins, sentiram que eram mal pagas e lamentaram a falta de recursos para aprender a corrigir esse problema.

Muitos de nossos convidados não conheciam a variedade de maneiras que a Web 3.0 poderia promover suas carreiras, mesmo no uso de algo cada vez mais importante como tokens não fungíveis (NFTs). Influenciadores, artistas e outros estão lançando coleções de NFTs aparentemente diariamente. Vários atletas profissionais e políticos converteram seus salários em criptomoedas.

Como as pessoas podem incorporar essas tecnologias em seus negócios? Como podem adotar algo sem as ferramentas corretas ou o conhecimento?

A lição mais importante que aprendemos em 12 episódios do podcast é que os projetos da Web 3.0 devem lançar iniciativas educacionais abrangentes que alcancem diversas comunidades em todos os lugares. “Há uma necessidade de educação sobre os atuais modos de monetização e as vantagens da criação de conteúdo na Web 3.0”, disse Spencer.

Spencer e eu vemos o “New Money” como um ponto de partida. Continuaremos a aprender avidamente com conversas futuras e buscaremos maneiras de incorporar a filosofia descentralizada da Web 3.0 em nosso trabalho. Estamos cientes das lacunas contínuas no conhecimento que podem mudar os negócios nas áreas criativas e talvez em todos os outros aspectos da vida cotidiana.

Nosso show também ofereceu uma rara oportunidade de observar o cenário cripto mais amplo. O que descobrimos foi encorajador: um mundo com enorme potencial se os desenvolvedores e os outros envolvidos em inovação derem os passos certos – passos que acabarão levando a uma economia digital com fluxos de receita mais justos e um mundo de dinheiro novo.

*Solo Ceesay é diretor de operações e cofundador da Calaxy

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