Setorialmente, o que Minerva (BEEF3), JBS (JBSS3), Marfrig (MRFG3), BRF (BRFS3) e M. Dias (MDIA3) encaram no 2º tri

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Minerva foi a maior surpresa entre os frigoríficos de bovinos, acusando queda de 55,6% sem lucro líquido. (Imagem: estúdio Shutterstock/ASA)

Algumas companhias do agronegócio que apresentam balanços trimestrais em seus encontros setoriais divididos no segundo trimestre (2T22), já existentes e entre outros fundamentos mais amigáveis ​​com incertezas.

Descontase, portanto, variáveis ​​de gestão corporativa, como impactos financeiros que, por exemplo, foram acusados ​​nas receitas da Minerva Foods (CARNE3) no 1T22, via dólar.

Além do Minerva, vamos ver, em linhas gerais, Marfrig (MRFG3), JBS (JBSS3), BRF (BRFS3) e M. Dias Branco (MDIA3).

Bovinos

A Minerva foi a surpresa entre os frigoríficos de bovinos, acusando queda de 5,6% sem lucro líquido (R$ 114,6 milhões, na comparação quando trimestral anual. A queda do dólar no período, impactando as receitas com exportação – o mercado esperava que o hedge funcionasse, como disse Mary Cleia, analista do Banco do Brasil ao Money Times -, foi o ponto negativo.

Agora a empresa deve colher os melhores resultados de compra de boi e agora em maio com chegada da estimativa de abril – os produtores têm que desovar comprado – podendo também compensar seu mercado, também vistas no seu balanço.

A China voltou a comprar mais no mês passado, apesar das vendas acelerarem o bloqueio, e também como Estados Unidos, do setor todo, estão em mais 240% no quadrimestre, devendo seguirdas.

E dólar voltou ao patamar de R$ 5.

Esses fatores pelos presentes e positivamente resultados também, para a JBS Marfrig, mas ainda porque tiveram desempenhos fortes de suas subsidiárias nos Estados Unidos, responsáveis ​​bons no acumulado de janeiro de março.

O mercado aquecido segue, apesar das inflações americanas, e o contracionismo empregado pelo Federal Reserve (Federal Reserve).

Enquanto a JBS reportou lucro líquido de R$ 5,15 bilhões de reais, alta de 151,4%, a Marfrig teve queda amparada no aporte (follow-on) da BRF, consolidando lucro líquido de R$ 109 milhões, em recuo de 61%.

Suínos e frango

É possível que os custos da BRF comecem a ceder um pouco a partir de maio, ou ao menos no último mês do trimestre – julho.

A safrinha de milho, insumo mais pesado na engorda de porco e aves, vai chegar. Mesmo que haja fatores climáticos no Centro-Oeste, poderá um pouco das expectativas de safra de inverno, ainda assim o Brasil colherá bons volumes.

Fica a dúvida, no entanto.

Iguas em cotações de atenção de Chicago, mas ainda são possíveis em estado de alta incertezas de plantio, em recuperação neste momento,

Mas se consolidar esses dois flancos pelo lado positivo, a companhia pode carregar menores, equilibrando com o consumo doméstico fraco. O prejuízo de R$ 1,58 bilhão no 1T22, contra lucro de R$ 22 milhões nos mesmos meses de 2021, esses dois fundamentos, basicamente.

No caso de todos esperarem que a Seara viesse a sentir esse peso pela BRF, como resultados da JBS, como informações acima das expectativas. A companhia confirmou as vendas preparadas, mas conseguiu dar volume de vendas antecipadas nos preços e se com compras das compras.

Agora pode ser beneficiário ainda caso se confirme alguma queda nas despesas com compra de milho, além de postergar novos aumentos no mercado interno.

Derivados de trigo

O forte aumento do valor do trigoprincipal insumo de M. Dias Branco, aconteceu em março, mês do 1º trimestre, já que a invasão da Ucrânia pela Rússia se deu ao final de fevereiro.

Mas mesmo que a companhia tenha que suas compras de trigo são para quatro meses, não informou os volumes. De todo modo, como eles devem ser mais despesas.

Somente em maio a cotação do trigo em Chicago saltou de US$ 10,54, no dia 2, para 11,77 no último dia 13, nos contratos de julho. Em abril a também foi explosiva.

O governo zero a alíquota de provisãou nesta semana, mas a valorização sem prejuízo internacional ainda melhorada na solução América do Norte e Europa, a ainda a solução do trigo russo e da safra – pode anular totalmente.

A desvalorização do real, se mantida, manteve outro foco de pressão à M. Dias Branco, que obteve resultado de lucro trimestral superior, 152% superior em R$ 37,8 milhões no líquido.

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