Número de mulheres com habilitação de moto cresce 80% em 10 anos

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A empresária Telma Crummenauer comprou a sua primeira moto aos 53 anos e já fez uma tour pelo deserto do Atacama (Crédito: Arquivo Pessoal)

A imagem masculina se aventurando nas estradas com sua moto está ficando cada vez mais para trás. De acordo com as informações do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran), o número de mulheres habilitadas para dirigir motos no Brasil subiu de 4,6 milhões para 8,2 milhões desde 2012.

A Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares (Abraciclo) também reforça esses dados apontando que um comprador de moto atualmente não faz sexo feminino.

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Elas ainda preferenciais como cilindradas baixas

A rede de concessionárias Blokton, que possui 19 lojas e comercializa motos da Honda no estado do Paraná, também afirmou que 30% das vendas atualmente são feitas para as.

Os modelos favoritos são de baixa cilindrada e que consomem pouco combustível, como a Biz, a CG 160 e a PCX. Mas a procura de modelos mais potentes como a CB 500X, NC750 e Africa Twin também vem aumentando.

“As mulheres mais detalhistas do que os homens mais na hora da compra, Querem sobre o consumo, valor de parcela que cabe no bolso, acessórios que a motocicleta possui, equipamento mais adequado, entre outros”, comenta Leise Braga, gestor da oferta.

Moto na superação da depressão

Além de motivos mais práticos, como pode ajudar a economizar tempo no transporte público ou até ajudar no complemento da renda, a moto pode ajudar na redução do tempo da depressão.

Foi o que aconteceu com a empresária Crummenauer, que só foi a moto comprar aos 53 anos depois de passar 26 anos acompanhando o seu primeiro marido e que isso seu marido gar na superação de uma depressão.

Hoje ela faz da confraria Filhas do vento e da liberdade, que conta com mais de 10 mil simpatizantes em todo o país e participa do primeiro grupo feminino a todo o estado do Paraná sobre duas rodas, em 2020.

“As motos podem fazer muita diferença na vida das mulheres. O grupo mudou a vida de muitas delas para melhor e isso não tem idade. Eu vejo mulheres de 60 anos tirando a CNH A e arrasando nas estradas. Em cima da moto, o nosso espírito é livre”, contorno.



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