Deoperadores “raiz” a sócios de gestora: Renato Junqueira e Oscar Camargoset a estratégia da GAP Asset

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A Gap Asset foi fundada em 1996 e é uma das pioneiras no mercado de gestores independentes do Brasil. Renato Junqueira e Oscar Camargo, que trabalham juntos há mais de 20 anos, são os dois sócios principais da gestora. Eles foram convidados do episódio 61 do podcast Outliers, que falaram do segredo para não ter nenhum segmento.

Isso envolve uma série de pesquisas e adoção de processos de gestão e avaliação de riscos. No fim do dia, no entanto, a preservação do capital é a principal característica no DNA da casa.

O podcast Outliers é apresentado por Samuel Ponsoni, gestor de fundos da família Selection na XP, e Carol Oliveira, coordenadora de análise de fundos da XP.

A história da gestora é fortaleza em ter três grandes períodos. A casa passou por uma reestruturação em 2018 – que segundo eles, foi uma fase importante para a consolidação do modelo de negócio, hoje focada nos fundos multimercados. Dois verdadeiros veteranos no mercado financeiro, Junqueira e Camargo friam a importância de uma organização baseada na meritocracia.

O foco no longo prazo pede consciência de retornos, e faz 21 anos que Junqueira e Camargo trabalham juntos discutindo temáticas, oportunidades, tamanho das posições, entre outros. Na prática, eles fazem a gestão de uma estratégia que passou por diversos momentos de mercado.

Camargo e segredo da atenção, principalmente, confiança. Saber que o outro já se faz pensar que ocorre sempre a não focar no erro, e sim em procurar maneiras de evitar que as falhas tragam grandes ao fundo.

“Não estamos aqui para dar a volta mais rápida”, diz Carmargo.

Em termos de gestão, Oscar que a GAP não possui restrição exclusiva de atuação, nem um foco em determinado mercado. Por ser um fundo multimercado do tipo macro, essa liberdade é ajustada em busca por assimetrias, sem compromisso com limitação ou direcionamento de alocação para uma única região ou produto.

Em termos de opacidade, Junqueira conta que um GAP direciona sua atuação para dois horizo​​ntes de investimento distintos, buscando uma distribuição da probabilidade desse cenário acontecer ao longo do tempo. O olhar está sempre sobre a agenda de eventos, as perspectivas para as fontes temáticas de volatilidade. As posições decrem dos níveis de risco vislumbrados a partir daí. Diferentes opções de estratégia e alocação de riscos são estimadas, de modo a assegurar a consciência.

Como assimetrias do cenário atual

Junqueira e Camargo destacam-se nos últimos três anos como um período que exigiu extrema atenção do ponto de vista da gestão. O fato de o mundo ter parado ao mesmo tempo e as condições climáticas climáticas da pandemia resultaram na inflação enfrentada no momento, com um clima de clima estrutural, a retirada de Camargo.

O gestor acredita que agora o mais importante é olhar para uma recessão.

“A gente saiu de um capitulo onde eles a queda do mercado do capitulo um onde é a queda que ela evitou acontecer”, diz Junqueira que eles evitam. O motivo, segundo o gestor, é que em um cenário de desaceleração econômica, porque as inflacionarias podem se aliviar.

Em alguma alocação feita, quando o que foi gravado não foi gravado, os gestores virão que tinham feito a construção, visto que uma alocação feita em um tempo certo, ainda apresentavam que os um tempo certo, ainda apresentassem assimetria.

Por outro lado, os gerentes acreditaram que a Bolsa, sim vendidos, continham mais assimetria, e por isso o fundo manteve as posições, acreditando em uma queda possível dos índices em geral.

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