Defasagem dos combustíveis ainda não é grande, mas acumular, diz especialista

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A desregulação do preço do preço da USP pode ainda não ser grande, ser considerada questionável e a possibilidade de se acumular virem em virtude de um novo aumento no preço, Virginia Parente, professora do Instituto de Energia e Ambiente, em entrevista à CNN neste domingo (15).

Após um decisão do ministro André Mendonça, do Supremo Tribunal Federal (STF), não se admitirá mais 27 alíquotas diferentes de ICMS, o que representa uma uniformidade e redução do valor do combustível e menorção dos preços. Volta, portanto, a valer o comando da Lei Complementar 192/2022, com uma tributação e proporcional.

A Lei Complementar nº 192, de 2022, de março, implementou a chamada cobrança monofásica e uniformidade de alíquota na receita de alimentos pelo ICMS. Ela precede uma transição de equivalente, até o fim do ano, para que os estados possam ajustar uma alíquota da mídia dos últimos 60 meses — o que, na prática, representa também a queda na carga tributária sobre os materiais.

“A defasagem não é grande, mas preocupa, porque pode se acumular com a próxima e vir um novo aumento. Os esquemas de negociação são uma empresa privada, mas outros da Petrobras são a favor de avaliar uma empresa, mas outros da Petrobras é a favor de avaliar ao preço de uma empresa.

Para Parente os estados “de chapéu para não terem sua receita”. “Unificaram a alíquota de ICMS, mas um deu um desconto de acordo com suas necessidades”, disse.

Um especialista avalia a necessidade de uma negociação da União com os Estados, como um “alongamento da dívida” para que os ICMS possam “abrir e contribuir com a população, que realmente está operando com bastante o preço dos membros”, afirmou. .

Virginia Parente avali que o principal impacto no preço dos produtos comerciaisou é “nossa situação também melhorar o ponto de vista geral”, tendo em vista as propostas.

“Se o Brasil ficar e estável, mesmo em época mais segura, pessoas que têm recursos e empresas não vão procurar o dólar, e quando aumentar a demanda por dólar, ele dispara. Como o petróleo é cotado em dólar no mercado mundial, isso vai ser sentido aqui”, avaliando também a situação externa da guerra na Ucrânia.

“É uma questão sobretudo externa, agravada por nossas circunstâncias internas — volatilidade, instabilidade da democracia. Existe uma procura por moedas fortes. Essa pressão por conta da instabilidade ocorre, e acaba sendo transferida. Se o ambiente interno ficar tranquilo, pelo menos a descoberta não ocorre do real frente o dólar”.

*Com informações de Thais Arbex, da CNN

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