Abercrombie & Fitch sofrem em tempos de culto à diversidade; Textos de vírus na história de Maca

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Uma das marcas mais desejadas pelos jovens nos anos 2000, Abercrombie & Fitch volou aos holofotes. Depois disso, as camisetas amarradas nas estampas e, com gosto nas telas falta de diversidade e com sua companhia mesmo de cair de racismo, a história com o documentário Abercrombie & Fitch: Ascensão e Quedaaté Netflix.

Apesar de ser uma marca centenária, criada em 1892, a história da empresa americana ganhou novos contornos entre os anos de 1990 e o início dos anos 2000. , também, para alguns escândalos.

O antigo CEO disseminou a ideia de um estilo desejado pelos jovens, que foi projetado em escala larga em todas as unidades de atuação. “No momento de ascensão da companhia: eles foram escolhidos de forma branca, e são bem essa imagem, que fazem com que o público-alvo se inspire e estude”, o Presidente da Sociedade mesmo Varejo e analisando Consumo (SBVC), Eduardo Terra.

O sucesso da operação foi além da A&F. Após abertura de capital na Bolsa americana, em 1996, a companhia lançou duas marcas secundárias, a linha infantil Abercrombie Kids e Hollister, inspirada nos jovens surfistas da Califórnia.

Com o crescimento da marca, as lojas físicas viraram consciência. Além das fotos dos corpos atléticos que estampavam as sacolas de compras, a companhia também mantinha os homens sem camisa que se ofereciam para ser fotografados lado a lado dos clientes nas unidades.

No Brasil, a marca também fez sucesso, embora nunca tenha mantido operação por aqui. No País, ter uma camiseta de estampa A&F era sinal de status. Sem desembarcar no País, a presença da Abercrombie & Fitch no Brasil foi possível por meio de peças pequenas do Brasil, que importavam como turistas e pelos turistas que traziam o produto de viagens.

padeiro. No entanto, a opção pelo estilo “homêneo” em sua diversidade – sem diversidade, modelos de negócios e a mudança de rosto imppulsionou a marca, depois virando uma questão para o negócio. No documentário, funcionários antigos, modelos e ativistas denunciam processos de discriminação, que motivaram processos na Justiça americana. Após a crise da imagem de Jeffries, em 2015, o valor do mercado de entretenimento, que era de US$ 4,5 bilhões, caiu para US$ 1,6 bilhão.

Entre os fatores para a queda da Abercrombie estão as redes sociais e uma mudança geracional. Na internet, grupos de jovens, estigmatizados pelo próprio ex-presidente da marca, iniciaram um boicote. “Essa geração que cresce com a voz amplificada pelas redes sociais não aceita mais esse tipo de comportamento e reage com mais facilidade”, diz a diretora de diversidade e inclusão da VMLY&R, Valerya Borges. “Hoje, o público se permite.

reportagens O Estado de S.Paulo.

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