Depois do diretor de futebol Roberto de Andrade, foi a vez do técnico Vítor Pereira se pronunciar sobre o suposto caso de racismo de Rafael Ramos a Edenilson. A situação ocorreu durante o empate entre Corinthians e Internacional no Beira-Rio.

Em entrevista coletiva, Vítor Pereira disse acreditar na palavra de Rafael Ramos. O jogador estava no Santa Clara, de Portugal, e chegou ao Corinthians justamente por indicação do técnico. O treinador afirmou também que existe a chance de que Edenilson tenha entendido errado em decorrência da diferença entre o português de Portugal e o português do Brasil.

Eu acredito nas pessoas. Acredito no Rafael e no que ele me disse. Pelo o que conheço, da educação do Rafael, acho praticamente impossível ele ter um comportamento como o Edenilson diz que teve. Eu falei com o Edenilson, acredito que ele percebeu da forma como entendeu. Eu já tive essa experiência. Português e o brasileiro não são as mesmas línguas. Nós dizemos coisas que vocês não entendem, e a mesma coisa vocês com os portugueses. Eu tenho feito esse esforço de falar mais em ‘brasileiro’, que não é a mesma coisa. Eu não estou dizendo quem está certo. Acredito nos dois”, pontuou o técnico.

Vítor Pereira ainda destacou não conhecer Edenilson, mas confia que o volante seja honesto e, por isso, acredita que a diferença dos idiomas tenha sido o problema. O jogador do Internacional, vale lembrar, já defendeu o Corinthians.

Eu não conheço o Edenilson, mas parto do pressuposto que é honesto, mas pode ter entendido errado. Eu conheço o Rafael melhor, e nunca vi nada, é uma pessoa educada, com anos e anos de carreira. Eu não sei se já disseram o que o Rafael diz que disse. Então não vou repetir, não quero dizer palavrões, já basta os que eu digo no campo. Eles já conversaram. Um diz que disse uma coisa, o outro diz que entendeu outra, portanto… Eu acredito nos dois, mas creio em uma má interpretação do Edenilson“, encerrou o técnico.

Segundo Roberto de Andrade, Rafael Ramos disse “mano, caralho” para Edenilson. Vale lembrar que nenhum dos jogadores se pronunciou publicamente até o momento. O suposto caso de racismo teria ocorrido aos 30 do segundo tempo e a partida ficou paralisada por quatro minutos.

Veja mais em:
Vtor Pereira e Rafael Ramos.



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