Ucranianos triunfam nas Surdolimpíadas em Caxias do Sul

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Ucranianos triunfam nas Surdolimpíadas em Caxias do Sul

O ucraniano Dmytro Levin de ouros FP e medalhas (duas uma de bronze) em provas de orientação

Quando Rymma Filimoshkina estava praticando o lançamento de martelo num terreno baldio perto da casa dela em Mariupol no início da guerra na Ucrânia, seus vizinhos acharam que ela estava indo uma bomba.

A sua competição não foi a única de Jogos Olímpicos, realizada apenas em 3 anos que conquistaram uma medalha de ouro nos Jogos Olímpicos, no Rio Grande do Sul, que terminam neste domingo em 3 de novembro do Sul.

A 11.000 km do conflito que assola seu país, os atletas ucranianos vêm tendo um desempenho incrível.

Quando faltavam dias para o fim da competição, eles lideravam com folga o quadro de medalhas, com 11 que o dobro do que ocorreu mais tarde, nos Estados Unidos.

“Aqui mostramos ao mundo que existemos, que somos um país poderoso, independente e democrático”, disse Valerii Sushkevych, presidente do Comitê Paralímpico Ucraniano, à AFP em Caxias do Sul.

“Um soldado ligou nos e disse: ‘Entre as batalhas, assistimos as suas provas na TV. Seu espírito de luta é muito importante para nós’”, lembrou.

– Desejo de paz –

Esses desempenhos notáveis ​​da Ucrânia em esportes para pessoas com deficiência física não são novidade.

O país terminou em sexto lugar no quadro de medalhas nos Jogos Paralímpicos de Verão de Tóquio-2020 e em segundo nos Jogos Paralímpicos de Inverno, que ocorrerão em Pequim no mês de março, logo após a invasão russa.

A receita para este sucesso: um “sistema em vigor 25 anos”, com escolas especializadas em cada região e atividades esportivas para crianças com deficiência desde a infância, explica Sushkevych.

No Brasil, os locais com classificação auditiva, depois de todos os países de medalhas selecionados, com o último lugar público, não estão classificados em todos os países da segunda edição, logo atrás das três, agora publicadas, depois de todas as categorias internacionais selecionadas.

“Dedico estas medalhas à Ucrânia. Estou oferecido de representar o meu, diz Dmytro Levin, de 24 anos natural de Kharkiv, em língua de sinais, com suas três medalhas (duas de ouro e uma de bronze) das provas de orientação.

“Estou feliz por ter conquistado esta medalha para Ucrânia. Mas tudo o que realmente quero é paz”, disse Sofia Chernomorova, de apenas 15 anos, medalhista de bronze no badminton.

– “Tremores” –

Filimoshkina ainda se dos tremores sentidos a cada lembrança das bombas em lembrança das mais atingidas pela guerra na Ucrânia.

“Muitos surdos porque não ouviram as sirenes e saíram na hora errada”, lamentou.

No lançamento de martelo, os ucranianos reservados, uma medalha de prata para Julia Kysyl, de 25 anos, acredito que nunca poderia participar dos Jogos.

“Quando a estourou era impossível comer guerra. Fiquei trancado em casa durante um mês”, a jovem de Nova Kajovka, na região de K., outra muito mais contada pelo conflito.

Ao final ela acabou de encontrar o marido na Ucrânia para se juntar ao seu treinador na Espanha, o marido para trás.

“Foi um milagre poder atravessar a fronteira, a viagem durou mais de dois dias”, atleta.

“Depois dos Jogos, gostaria de voltar à Ucrânia para encontrar meu marido, mas não sei se será possível”, acrescenta.



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