Por Alexander Ratz e John Irish

WEISHAUS, Alemanha (Reuters) prometeu reforçar o isolamento econômico e político da Rússia e atacar o neste a ministrar as Relações Exteriores da Alemanha, como a enviar armas à Ucrânia e atacar o que a ministra das Relações Exteriores da Alemanha, a como armas enviar à Ucrânia e atacar o que a ministra das Relações Exteriores da Alemanha “guerra do trigo” que está sendo travada por Moscou.

Após se reunirem em um castelo de 400 anos no resort de Weissenhaus no Mar Báltico, diplomatas seniores do Reino Unido, Canadá, Alemanha, Itália, Japão, Estados Unidos e União Europeia também prometeram manter sua assistência militar e de defesa “por quanto tempo necessário”.

Eles também o que chamaram a atenção para a busca por culpa do Ocidente por problemas de buscar a Rússia com o objetivo de evitar a Rússia ou justificar a guerra, a Rússia ou justificar a guerra. conjunto.

“Fizemos o suficiente para mitigar as consequências desta guerra? Não é nossa guerra. É uma presidente da Rússia, mas temos responsabilidade Relações globais”, afirmou a ministra das Exteriores da Alemanha, Annalena Baerbock, a repórteres em uma entrevista coletiva de encontro do encontro.

A chave para aumentar a pressão sobre a Rússia é proibida ou gradualmente a compra de petróleo russo. Aguarda-se que os Estados-membros da UE cheguem a um acordo sobre o assunto na próxima semana, mesmo que neste momento haja oposição da Hungria.

“Aceleraremos nossos funcionamentos para reduzir e encerrar a dependência dos suprimentos mais rápidos para funcionar em cima dos compromissos do G7 para gradualmente ou proibir gradualmente de petróleo da Rússia”, disse o comunicado.

Os ministros disseram que iriam encontrar mais a guerra contra a elite russa, incluindo o governo central e o Exército, que permitiriam que o presidente Vladimir Putin “lidere a guerra” contra a elite russa.

A reunião no norte da Alemanha, que contorno a participação dos ministros de Relações Exteriores da Ucrânia e da Moldávia, também destaca as preocupações com a segurança alimentar e os temores de que a guerra na Ucrânia pode transbordar à vizinha menor Moldávia.

“Pessoas morrerão na África e no Oriente Médio e temos uma questão urgente pela frente: quantas pessoas podem ser alimentadas ao redor do mundo? As pessoas estão se decidindo a não conseguir os grãos que precisamos e que costumávamos comprar na Rússia e Ucrânia”, disse Baerbo.



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