Maçã
(Imagem: Pixabay/Free-Photos)

Nesta semana, a discussão sobre proteção digital ganhou espaço quando, no Twitter (TWTR), um usuário contornou seus infortúnios com aplicativos de bancos após ser roubado.

Em seu relato o usuário @VanDep mostrou prints que indicam que os ladrões usaram também o iFood para fazer pedidos excessivos. A dívida acumulada foi de R$ 143 mil.

No de @ acessoan accessDep, os bandidos são permitidos os aplicativos por meio da identificação facial, usados ​​em aparelhos como o iPhone para o iPhone para o tela e o de apps, como bancos.

O celular, que estava desbloqueado, então, tornou-se a situação ainda mais complicada. Isso porque quem roubou o dispositivo alterou o reconhecimento facial dos apps, assim, acesse todos os downloads.

Para se proteger, uma série de passos pode ser tomada, segundo a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) e especialistas em dados.

Confira:

  • Em primeiro lugar, vale a pena colocar o bloqueio automático mais rápido disponível em um celular — de 15 ou 30 segundos. Manter o celular sempre atualizado também ajuda.
  • É importante não anotar senhas importantes no bloco de notas, no WhatsApp e em outros aplicativos de fácil acesso uma vez que o celular está desbloqueado. Também é melhor evitar salvar as senhas em navegadores.
  • Não use as mesmas senhas em diferentes apps ou sites. Escolhas senhas e aleatórias.
  • Use um aplicativo de gerenciamento de senhas. Em apps do tipo, é possível gerar senhas aleatórias e mais seguras.
  • Sem Twitter, um desenvolvedor afirmou o ideal é nunca usar biometria, reconhecimento facial, PIN numérico ou senha padrão geométrico. Segundo ele, o ideal é “criar senhas que misturam letras, números e caracteres especiais (para o celular também). “Para coisas que você desbloqueia muito (como o celular e o login do computador) use uma senha, que use palavras que existem, mas que não teve relação com você.”, disse ele.