Doria reclama de ‘golpe’ e PSDB reunião antes de decisão sobre 3ª via

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O nacional do PSDB, Bruno Araújo, decidiu convocar uma reunião da Executiva Nacional do Partido para contestação pelo ex-governador de São Paulo João Doria (PSDB), que acusa o partido do “golpe”, de decidir no “tapetão” e cria “insegurança jurídica”. O encontro está marcado para a próxima terça-feira, 17.

O paulista, que venceu como preliminares tucanas e é o pré-candidato da legenda à presidência, se queixou da decisão pelas decisões do PSDB e do MDB contratar em pesquisas para definir uma candidatura de consenso das duas. O resultado dessas pesquisas está marcado para o dia 18.

O grupo interno de legalidade e por ter vencido o processo do PSDB garante a ele a prerrogativa de decidir ou não desistir da candidatura. Há ameaça até de judicializar o assunto para evitar que retirem a pré-candidatura dele.

Nos bastidores, aliados do acusador (MDB-MS), pré-candidata presidencial da outra legenda.

De acordo com comunicado assinado por Araújo, Doria reclamou sábado, 14, tentativa de golpe”, disse que avaliam a rejeição do presidente do projeto de escultura, que “mote pesquisasvimentou que projetam neste sábado, 14 de escultura”, que a “desculpe” decisão da cúpula prévia por 34 pessoas não pode ser sobre por decisão democrática tomada” e que qualquer outra decisão diferente do resultado das tentativas é “tapetão”.

Rival de Doria, o deputado e ex-presidente do PSDB Aécio Neves (MG) também discorda de uma aliança automática com o MDB. O mineiro tem reclamado de Araújo e do governador de São Paulo, Rodrigo Garcia. Mais cedo, em conversa com o Estadão, ele também critica a declaração de voto do ex-senador Aloysio Nunes (PSDB-SP) ao ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Para Aécio, a declaração de Aloysio reflete a “candidatura artificial do PSDB”.

Segundo Aécio, os dois estimularam a candidatura presidencial de Doria para que ele saísse do comando do governo estadual e abrisse caminho para que Garcia assumisse o posto. Agora, segundo Aécio, querem acabar com a pretensão presidencial do paulista para evitar que Garcia se contamine com a rejeição dele.



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