Rodrigo Arruy, CEO da Nova Milano Investimentos Investimentos Nostie

0
81

Quem é e o que faz: Engenheiro civil pela FAAP. Foi diretor financeiro da Eldorado Celulose. Fundou a Nova Milano em 2009. (Crédito: Divulgação)

Qual a origem de sua empresa?
A Nova Milano surgiu há 13 anos, com uma proposta de financiamento incorporadoras. Atualmente financiamos 28 incorporadoras, que têm 71 canteiros de obra funcionando em sete Estados brasileiros. Surgimos preencher uma lacuna no sistema financeiro. Os bancos são muito restritivos na concessão de crédito, e por isso pretendem ser competitivos. Nós privilegiamos a incorporação de poucas bancarizadas. Eles suportam a análise de negócios recorrentes, o que melhora a qualidade das nossas informações e da nossa.

Qual o porte de sua carteira?
Já originamos R$ 6,5 bilhões bilhões em cerca de 200 bilhões desde a fundação da empresa, atualmente temos de R$ 2,5 bilhões concedidos. Originalmente, nossos investidores eram poucos. Em geral family offices que buscam uma aplicação no setor imobiliário. A vantagem é que muitos investidores ou têm bens ou conhecem o mercado imobiliário, então podem contribuir com novas visões para o negócio.

E como surgiu a ideia de criar uma fintech?
Como uma gestora maior, estruturar uma base de investidores e mais investidores. Hoje gerimos 16 fundos. Criamos a Working Capital, para potencializar esse movimento e já temos uma carteira de crédito em estruturação que ultrapassa R$ 600 milhões.

Como está o setor?
O setor de incorporação é intensivo em capital. A demanda de dinheiro é pesada, tanto para comprar terrenos quanto para executar como obras, e isso é mais forte ainda em momentos de pujança de mercado. Agora estamos em um momento diferente. A alta da inflação vai a taxa Se e isso encarece o comprador de imóveis e o crédito para o incorporadora.

Qual o impacto disso?
Esse movimento e de encarecimento de alta garantias a margens do setor. As empresas começaram a desacelerar seus lançamentos e comprar menos terrenos. Com isso, elas precisam de mais crédito para seguir com as obras. Aí é que nós entramos.

NOTAS

REGATES TIRAM R$ 23,2 BILHÕES DA RENDA FIXA

Os fundos de investimento compartilharam resgates líquidos de R$ 18,1 bilhões os dias 2 e 5 de maio, segundo a Anbima, associação que representa o setor. No período houve aplicações de R$ 169,7 bilhões e resgates de R$ 187,8 bilhões. A redução do patrimônio deveu-se ao resgate de R$ 23,2 bilhões em três fundos de renda fixa. A baixa das ações e a volatilidade da bolsa provocaram resgates de R$ 1,1 bilhão nos fundos de ações.

GESTORA DA SICREDI LIDERA CAPTAÇÃO EM ABRIL

A Sicredi Asset liderou o ranking de captação líquida em abril, com o total de R$ 1,46 bilhão. Segundo um estudo da empresa de informações financeiras Economática, a gestora também foi líder na captação líquida de recursos para os fundos de renda fixa, com R$ 1,63 bilhões Nenhum ano, a captação está em R$ 4,85 bilhões. A empresa está em quarto lugar em ativos sob gestão entre os gestores independentes, com um total de R$ 58,49 bilhões.

VALOR INVESTIMENTOS COMPRA ESCRITÓRIO NO ES

O escritório Valor Investimentos, ligado à XP, adquiriu o concorrente Altus Patrimônio, localizado em Vitória (ES). Também vincula à XP, o Altus tem 350 clientes e R$ 150 milhões sob assessoria. Com a aquisição, o patrimônio da Valor chega a R$ 8 bilhões. A empresa compradora atende atualmente cerca de 40 mil clientes em oito escritórios e conta com 260 colaboradores. A meta para os próximos meses é adquirida nas regiões Sul e Nordeste.

EM ALTA
1,0%

Foi a alta das vendas do varejo em março em relação a fevereiro, segundo dados da Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgada pelo IBGE na terça-feira (10). A alta em relação a março de 2021 foi de 4,0%. No primeiro trimestre, o crescimento acumulado do setor foi de 1,3% em relação aos três primeiros meses do ano passado. No comércio exterior ampliado, que inclui veículos, motos, autopeças e material de construção, o volume de vendas cresceu 0,7% fevereiro a frente.

EM BAIXA
41%

Das dívidas de consumidores inadimplentes foram pagas em janeiro. Em dezembro, esse percentual foi de 46%. O dado de janeiro, o mais recente, é o menor percentual de toda a série histórica do Indicador de Recuperação de Crédito da Serasa Experian, que revela a dificuldade da população para tirar o nome do vermelho. A desaceleração foi recuperada 2 desde os 57% de agosto de 021. O setor em melhor estado é o de Bancos e Cartões, com 48% dos créditos.

LEAVE A REPLY

Please enter your comment!
Please enter your name here