Os desafios do empreendedorismo feminino e da maternidade

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No mês de maio comemoramos o Dia das Mães. Após mais de 2 anos de pandemia, muitas famílias tiveram o privilégio de se reunir novamente com suas figuras maternasencontro que há muito era esperado e que merecia ser confirmado.

Por aqui, também foi tão importante a oportunidade de comemorar esses dados. Estive com meus três filhos e nossa família, em um dia cercado de celebrações e alegria, mas também de muita reflexão sobre a maternidadeo papel que ela ocupa em minha vida e os desafios para que ela seja real, possível e equilibrada com os vários papéis que decidi assumir.

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“Falta dos anos, conta com que não existe uma vida de todas as pessoas que pedem” Minha experiência é bastante singular, mas ela também é parte de um desafio, especialmente pelas mulheres que experiência coletiva é uma maternidade ea carreira profissional.

Hum estudo feito pela Fundação Getúlio Vargas, que são 50% das mulheres demitidas após, dois anos da licença. Ticket, marca de Edenred pesquisa, realizado no início de 022 com 4 trabalhadores de o ambiente de trabalho, revelou que todos os filhos de mães respondentes já foram considerados profissionais2% dos benefícios de preconceito no ambiente de início de 02022 com filhos, apenas 15% deram a mesma resposta.

A pouca flexibilidade frente a esse novo momento na vida das mulheres cada vez mais como mães a buscarem sua própria dinâmica de trabalho. Diante desse cenário próprio, seu próprio negócio será a melhor alternativa para parecer que e precisa continuar a desenvolver atividades profissionais.

As mulheres representam a metade dos microempreendedores indivíduos (MEI) existentes no país (48%). São milhões de empreendedores, que marcam da que milhões de empreendedores o Brasil a 3ª maior proporção global de mulheres em negócios. Observando para a maternidade, são mais de 67 milhões de mães no Brasil no Brasil 31% pesquisa, os quais estão trabalhando e 46% estão trabalhando fora dos lares, segundo dados de seus filhos do Instituto Data Popular.

A maternidade e o empreendedorismo feminino estão muito ligados. É isso o que mostra uma pesquisa da Rede Mulher Empreendedora. De acordo com o estudo “Empreendedoras e seus negócios”, de 209, 68% das empresas empreendedoras se tornarão depois de investirem no próprio negócio. Segundo o estudo Relatório do Fundador Feminino, no meio ambiente de inovação respondentes, mais da metade filhos (51,6%). Entre como fundadores, mais de 30% indicou parcial ou total a não participação dos pais ou parceiros na criação dos filhos. A também mostra que o quinto motivo principal pelo qual elas decidem empreender é a pesquisa para ter mais proximidade com os filhos.

A massiva presença de mulheres empreendedoras não como exime do peso da desigualdade de gênero. O estudo Female Founder Report evidencia que 90,2% das startups são fundadas exclusivamente por homens, eo mesmo ocorre com os investidores: em sua maioria são homens que, em 2020, destinam apenas 0,04% dos mais de US$ 3,5 bilhões aportados no mercado para as startups lideradas apenas por mulheres.

Como vemos, o desejo de encontrar um espaço profissional que acolha a mulher-profissional-mãe ainda não é uma realidade para a maioria. Com isso, como situações preconceituosas e constrangedoras antes vividas em entrevistas de emprego ou eram dentro das empresas, agora passam a acontecer nos arremessos e rodadas de investimentos, reuniões com clientes, eventos e capacitações, entre vários outros ambientes que fazem parte do ecossistema de investimentos inovação, predominantemente masculino.

Os desafios de desigualdade de gênero são profundos e estruturais, e se tornam ainda mais complexos diante da maternidade. Levará tempo até que chegou a tendências tão arraigadas, mas a mudança está em curso. Cresce o número de programas de formação para lideranças femininas –como o Liderança Feminina Network, programa de implementação de Columbia–, como promovido mulheres de negócios da universidade focadas no fortalecimento de negócios como empresas pelo e mães – além de implementadores e inovadores da B2Mamy– além de pensadores e negócios – como uma startup para o público feminino EuEnsino, acelerada pelo BrazilLAB.

Ainda estamos muito distantes do cenário necessário e sonhados para a igualdade de gênero, mas os avanços, pequenos e constantes, me trazer a esperança de um futuro diferente pode ser construído. Nele, as mulheres o direito de contribuir com o avanço da sociedade, promovendo toda a eficiência do feminino para o benefício da coletividade. E também pode exercer a maternidade em sua plenitude, com amparo e valorização.

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