Mulher apresenta atestado médico, mas posta fotos em eventos e é demitida

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Imagem: Brenda Rocha – Blossom / Shutterstock.com

Uma ex-funcionária de uma empresa de telemarketing em Belo Horizonte foi demitida por publicar fotos em eventos enquanto estava de licença médica. A mulher, que era de representante, apresentou atestado médico alegando depressão.

De acordo com o Tribunal de Justiça de Minas Gerais, que recebeu o caso de justiça na última terça-feira, alegou o motivo da justiça sem comunicado de última terça-feira, alegou que o motivo da causa da justiça da empresa sobre qual seria o motivo da justiça decisão. Segundo a mulher, ela foi notificada no período em que estava afastada.

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Ex-funcionário que apresentou atestado médico teve recurso negado pela Justiça

A ex-funcionária da empresa de telemarketing também afirmou que, por ser líder sindical, tinha estabilidade provisória. Ela entrou com uma apelação para reaver a manutenção do desligamento por justa causa, mas o pedido negado pela justiça.

Os julgadores do TRT-MG, mantiveram por unanimidade a determinação da 46ª Vara do Trabalho de Belo Horizonte. Do ponto de vista da juíza Maria Cristina Diniz Caixeta, documentos anexados aos autos pela empresa comprovam a falta grave da mulher.

Na ação, a instituição informou que a demissão foi feita por “incontinência de conduta” e “mau procedimento”. Porém, a Justiça não deu muitas justificativas da empresa.

Fotos publicadas pela ex-funcionária não revelado estado abatido, diz relatora

Na, a relatora informou que um ex-funcionário apresentado em estados médicos a respeito da depressão, mas que como fotos publicadas não realmente o estado de estado da operação foi abatido.

Nestes casos não há casos que se tardaram a fornecer serviços pedagógicos, nem co serviço do período anterior de prestação de serviços. A ocorrência de uma única falta dessa gravidade é bastante para dispensar por justa causa, grave ou suficiente para romper a fidúcia, essencial à manutenção do vínculo empregatício”, aponta a decisão.

Além disso, para tratar de uma compensação, a relatora também entendeu que não existe possibilidade de aceitação, pedidos de reintegração de pedido e compensação de período de ex-função.

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Imagem: Brenda Rocha – Blossom / Shutterstock.com

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