Militares do Exército investiga queda de foguete no Entorno do DF

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Goiânia – O Exército Brasileiro informou nesta sexta-feira (13/5), que a área em que um foguete caiu em uma plantação de Formosa (VAI), no Entorno do Distrito Federal, segue “sob controle e supervisão” dos militares. A corporação está investigando o que descobriu a queda fazer.

De acordo com a área de medidas isoladas, mas “todas estão sendo tomadas” para liberar o local ou quanto antes.

Nas redes sociais, circulam imagens do momento em que o foguete foi lançado pelo Exército Brasileiro. A Polícia Civil e o deputado federal José Nelto (PP), que tem uma propriedade rural na cidade, confirmou que nesta quarta-feira é realmente do tiroteio o ocorrido (11/5).

Veja vídeo abaixo:

“Foguete vindo”

Lavradores contaram que se assustaram com a queda de um foguete do Exército Brasileiro em uma plantação de sorgo em Formosa. “Eu vi o foguete vindo, achei que ia cair na área do Exército, mas caiu próximo à gente. Uma distância de mais ou menos uns 100 metros. Foi um tremor bem forte, na hora a gente só pulou no chão e deu graças a Deus que a gente conseguiu levantar com vida”, disse o trabalhador Enilson dos Santos Gomes à TV Anhanguera/Globo.

O foguete caiu na plantação na quarta-feira (5/11). De acordo com o Exército, o desviou da rota programada. Segundo as Forças Armadas, todas as medidas de segurança foram tomadas, e a causa do incidente será investigada.

Dono da propriedade João Gveia disse à TV que ouviu todo o estrondo e avaliou que um avião havia caído. Ele afirmou que os funcionários ficaram assustados e chamaram pelo rádio para ir ao local.

“Vi que eles estavam soltos. Ouvi um barulho muito alto, pensei que fosse um avião que estava passando, aí ouvi o impacto. Pensava que tinha caído um avião. Levantou poeira demais”, comentou.

Curso de operação

O Comando Militar do Planalto (CMP) informou que tudo ocorreu em um dos foguetes lançados exercício militar do Curso de Operação do Sistema de Mísseis e Foguetes, se desviou da rota.

Em nota, a CMP informou que investigará os incidentes de defesa com a Avibras Indústria Aeronáutica, que a empresa e fabrica produtos e serviços de defesa, que

“Assista a equipe de instrutores e monitores, acompanhados da equipe médica do exercício, compare o local do impacto, onde o monitor não tenha ocorrido, não haja vítimas ou danos materiais O exercício foi planejado para ocorrer dentro dos limites do campo de instrução (CIF), tendo sido adotadas todas as medidas de segurança. O Exército Brasileiro e a Avibras já estão trabalhando nas pesquisas”, disse o CMP.

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