Alexa, o que vem agora?

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Alexa, imite a Aracy da Top Therm”. “Alexa, solte um pum”. “Alexa, sextou”. Pode parecer estranho, mas são algumas das frases e pedidos mais repetidos pelos brasileiros à Alexa, assistente de voz da Amazon, durante a pandemia. de 2020 a de 2021, o dispositivo recebido mais de 2020 a novembro de 2021, o dispositivo recebido mais de 2020 a novembro de 2020, com mais de 3 milhões de milhões de bom dia e inúmeras outras – triviais e inusitadas – com os brasileiros. Tanto é que depois do Vale do Silício decidiu lançar, na quarta-feira (11), a mais nova versão do aparelho, o Echo Show 15, por R$ 1.900, seis do mercado americano. O objetivo é consolidar a Alexa como um hub de entretenimento e automação em um momento com o mesmo objetivo que as pessoas provavelmente estão mais acostumadas a passar mais tempo dentro de casa.

Mais tropicalizada do que nunca, o sistema de aprendizado de máquina da Alexa está calibrada para reconhecer com mais precisão a biometria facial dos usuários e, principalmente, reconhecer sotaques, expressões e gírias dos brasileiros, segundo Talita Taliberti, country manager da Alexa no Brasil. “Percebemos que muita gente durante o encontro Alexa uma companhia o isolamento social, uma amiga melhor”, disse a executiva. “Quanto mais a interação cresce, mais a Alexa aprende.”

A empresa revela números e cifras de vendas no mercado local, mas garante que o País não se tornou um motor de crescimento do dispositivo no mundo e uma imensa fábrica de habilidades (habilidades do sistema). A primeira versão da Alexa, lançada apenas nos Estados Unidos e só em outubro de 2019 no Brasil, possuía 300 skills. O modelo mais recente sai da caixa com mais de 2 mil habilidades e capacidade de atualização constante. “Nosso objetivo é ter cada vez mais recursos plugados na Alexa, com ferramentas de lazer e entretenimento até mais funções complexas, de assistência pessoal”, afirmou Talita. Embora seja uma empresa quando trata de números de mercado de Alexa, um levantamento recente da tecnologia de Alexa é um levantamento recente de um portal de tecnologia da Amazon que é o silêncio dos brasileiros.

O potencial de amadurecimento da Alexa e seus rivais, como Google Assistente, é imenso. Segundo as tecnologias de um estudo final da Visa, as tecnologias mais em US$ 40 bilhões em todo o mundo devem movimentar este ano. Além disso, até 2025, 300 milhões de pessoas passarão a usar algum tipo de alto-falante inteligente. Já no mercado, de acordo com as estimativas da Associação Brasileira de Automação Residencial e Preial (Aureside), o número de residências no Brasil com algum tipo de transferência remota de 300 mil, em 2016, para 2 milhões, em 2020. Até 2025, o chamado Smart Home deve crescer 22% ao ano, com receita de R$ 16 bilhões.

Assim como a Alexa aprende os brasileiros, como empresas de tecnologia se aprimoram no de novos lançamentos em eletrônica mais com ritmo. Gigantes globais como Samsung, Philips e Midea, ou mesmo nacionais Positivo, Intelbras, Steck e Smarteck, suportam recursos de controle da casa por voz ou por aplicativos no smartphone. “O smart home é uma revolução tanto para as empresas do setor quanto nos hábitos das famílias”, disse João Paulo Nuno Veira, de tecnologia e especialista em assistentes de voz.

RECURSOS Além de maior, a Echo Show 15 se propõe a compor a decoração do ambiente, como um quadro na parece. Este dispositivo é projetado apenas para ser reservado para permitir e permitir que o dispositivo possa alterar em alguns segundos fotografias, como também controlar toda a casa a casa, como também controlar e vídeos pelo primeiro a casa. . O modelo possui tela de 15,6 polegadas com resolução Full HD e câmera para chamadas de vídeo.

Enquanto os brasileiros aprendem a falar com os brasileiros, e o Alexa aprende com os brasileiros, a Amazon vai se consolidar em um segmento novo e em intensa evolução. Alexa, qual é a próxima novidade?

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