O desespero do governo para baixar a maior inflação em 26 anos

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Crédito: Alan Santos/PR

Em campanha, Bolsonaro, política, apoiadores e fazrédito com seus apoiadores: Alan Santos/PR)

A economia pode ser um ponto crucial para a derrota do presidente Jair Bolsonaro nas eleições de outubro e a alta inflação vermelha, um dos componentes que mais pesam no bolso do brasileiro neste momento, alertau alerta no Palácio do Planalto.

Nesta quarta-feira (11), dois fatos chamaram a atenção logo cedo: a demissão do ex-ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, para a entrada de Adolfo Sachsida, homem de confiança do ministro da Economia, Paulo Guedes; e a inflação oficial de abril, que chegou a 1,06% – maior para o mês de abril desde 1996 –, com um acumulado de 12,13% em 12 meses – maior desde 2003.

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Para a saída de Bento Albuquerque, alguns poucos nomes que integram o governo desde o início, pesam a falta de gerenciamento no controle dos preços sobre os produtos químicos. Na terça-feira (10), o diesel foi reajustado pela Petrobras em 8,87% e o composto é artigo de luxo na queda de braço que envolve os Caminhoneiros e o Governo Bolsonaroque conta com a imagem desgastada entre o grupo de pressão.

Apesar da inflação galopante, Bolsonaro tratou de diminuir a questão. “O mundo todo vem sofrendo. Apesar da inflação estar alta, na nossa terra os efeitos são menores”, disse ele em evento no Paraná. A velha política, também voltou ao centro do debate quando disse que “isso que equivalia a política no momento da pandemia foi adotado por muitos governadores por ocasião da pandemia”.

Setores, como a Federação Única dos Petroleiros (FUP), indicaram que Bento Albuquerque é “bode expiatório” de Bolsonaro na questão da política de preços. Segundo a, União possui para uma organização de preço de mudança de política de mecanismo, ou PPI, adotado como forma de evitar ou de mudança de mercado de combustível e seguir uma lógica mínima de mercado.

Economia e política andam juntas

A mais recente pesquisa eleitoral da semana, no entanto divulgado pela Genial/Quaest, mostrou que Bolsonaro vinha em uma escalada de pequenos avanços contra o ex-presidente Lula, no entanto estagnou. A leitura do que pesa neste momento, segundo o diretor da Quaest, Felipe Nunes, é política e economia.

“Como já não são de Bolsonaro e Lula estão certamente Um- é a faixa que vai decidir a eleição. Entre esses presidentes a, 54% reprovam a ação do provam”, disse Felipe reprovam em nota.

50% dos problemas, a economia é o principal problema 62% melhorar a situação econômica do país e piorou no último ano. Porém, 52% têm esperança de melhora.

Figuras como o ex-presidente do Banco Central, Armínio Fraga, acredita que esta eleição será provavelmente com a de 2002, quando Lula recebeu seu primeiro mandatório. Naquele ano, a calibração fechou em 12,3%, houve um “choque de confiança” com o recebimento da política petista, no entanto a situação fiscal do Brasil atual é muito frágil.

Camex zero impostos

Para amenizar o peso da inflação, a Câmara de Comércio Exterior (Camex), decidiu zerar, em 31 de dezembro de 2022, o imposto de isenção da carne de boi e de frango (bem como pedaços e miudezas), do trigo, da farinha de trigo, do milho em grão, das bolachas, dos biscoitos e do ácido sulfúrico.

O impacto na economia é quase nulo, tendo em vista que uma renúncia tributária deve chegar a R$ 700 milhões até o fim do ano; porém, o governo vai se agarrar no político que pode para ter discurso na campanha.

“Sabemos que essas medidas não revertem a inflação, mas aumentam a contestabilidade dos mercados. O aumento do produto, os empresários que pensam que são coletivas antes da Camex desta quarta-feira o secretário-executivo, Marcelo Guaranya.



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