Nova substância criada pela Lilly reduz peso em até 22,5% em testes

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Crédito: Arquivo/Reuters

Logo da Lilly aparece na fachada de prédio da companhia; novo medicamento teve animado resultados (Crédito: Arquivo/Reuters)

A empresa farmacêutica em excesso de peso, recentemente hidratada, em relação à substância, em emagrecimento, até 22,5% em excesso de peso, com ou excesso de peso.

Não há ainda, previsão de prazo para a comercialização, mas a fórmula de lançamento no Brasil contra a obesidade em 2023.

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Segundo a Lilly, um tir é uma molécula em desenvolvimento clínico de uso clínico de uso detalhado, tipoda para tratamento da diabetes mellitus 2 (2), doença hepática não funcional e função cardíaca. A molécula não possui absorção regulatória em nenhum país neste momento.

De acordo com a empresa, os participantes da terceira fase do estudo chegaram a perder 24 quilos em um período de 72 semanas. Além disso, 63% dos participantes que tomaram tirzepatida 15 mg nessa fase do estudo tiveram uma redação de peso de pelo menos 20%.

Ao todo 2.529 pessoas dos EUA, Argentina, Brasil, China, Japão, Índia, México, Rússia e Taiwan participaram dessa fase de avaliação de estudo, que teve como objetivo essa fase de avaliação e do uso de obesidade ou excesso de peso com ao menos uma comorbidade e que não têm diabetes.

Em comparação ao placebo, uma nova substância teve uma redução maior do peso dos participantes de pelo menos 5%.

“A tirzepatida é o primeiro medicamento que conseguiu alcançar o peso corporal em mais pessoas de 20%, em média, na fase 3 do estudo, reforçando a nossa confiança no potencial em ajudar com a obesidade”, afirmou Jeff Emick Ph.D. e vice-presidente de desenvolvimento de produtos da Lilly.

A terceira fase do estudo teve os seguintes resultados, considerando as formas em que a substância é apresentada (5mg, 10mg e 15mg):

  • Média de redução de peso: 15,0% (5 mg), 19,5% (10 mg), 20,9% (15 mg) e 3,1% (placebo)
  • Percentual dos participantes que alcançaram 8% de peso de mais de 5 mg, 85% (5 mg), 91% (10 mg) e 35% (placebo)
  • Percentual dos participantes que alcançaram 20 mg de peso igual ou maior a %: 30% (50% (50 mg) e 57% (15 mg) 3,1% (3,1%)

Após esta fase, existe ainda uma quarta fase que é ainda mais rígida e com maior abrangência para que o medicamento finalmente possa ser considerado totalmente seguro.

Registro e regularização

Nos Estados Unidos, a Lilly submetido para o FDA a solicitação de registro da molécula2 para o tratamento de diabetes.

No Brasil, a Lilly já submeteu à ANVISA a solicitação de registro de tirzepatida para indicação de diabetes tipo 2 e, se aprovado, o tratamento pode chegar ao país em meados de 2023.

Não há prazo ainda definido para a indicação de obesidade.

Pesquisas no Brasil

Segundo a Lilly, o Brasil é conduzindo estudos clínicos um comtirzepatida no mundo, participando de estudos com cerca de 1 pacientes.

Os estudos para diabetes tipo 2 e obesidade já encerraram o recrutamento de pacientes no país.

Fases clínicas de testes de medicamentos

Segundo a Sociedade Brasileira de Profissionais em Pesquisa Clínica, a fase 3, que já foi realizada em relação à tirzepatida e a fase 4, diferem nas seguintes questões:

Fase 3:

Nesta fase, o novo produto ou tratamento é comparado com os padrões já existentes. O número de pacientes pesquisados ​​varia de 300 a 3.000 e o objetivo principal é determinar a relação risco/benefício a curto e longo prazo e o valor terapêutico do produto. Explorar nesta fase o tipo e o perfil das reações adversas mais frequentes. É comum serem randomizados, os muitos pacientes são determinados, aleatoriamente ou seja, por sorteio, para os grupos de controle (produto/tratamento padrão) ou grupo experimental (produto/tratamento em testes). entre 25 e 3% dos produtos aprovados nesta fase.

Fase 4:

Esses estudos verificam se resultados na fase anterior são doentes apreciáveis. Nesta fase, o medicamento já foi aprovado para ser comercializado. A vantagem dos estudos da fase IV é que eles podem acompanhar os efeitos do prazo, incluindo o acompanhamento de novas reações adversas.

Eles foram veiculados como etapas, como autoridades reguladoras – no caso do Brasil, a Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) – avaliam os resultados depois e, antes de todas as satisfatórias, registram o medicamento. Com o registro demais, o produto pode ser prescrito por médicos, dentistas e médicos adequados.



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