gerenciamento de sobrecarga em servidores e não filas

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Recentemente, o governo anunciou alguns mudanças no INSS, principalmente com o objetivo de reduzir as filas de atendimento. Contudo, tais medidas não parecem ter surtido o efeito esperado. Segundo especialistas, além de não resolverem o problemas podem ainda impedir, além de servidores. Isso porque, até fevereiro deste ano, mais de 1,7 milhões de pedidos de benefícios estavam “em análise”. A maior parte deles, segundo o INSS, há mais de 45 dias.

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Mudanças na análise geram sobrecarga em servidores e não filas IN

Dessa forma, além de todos os pedidos em espera no momento, outros 487 mil participantes esperam em fila por uma perícia médica. De acordo com o instituto abril, as mudanças constam na Medida Provisória de número 1.113, assinada pelo presidente Jair Bolsonaro no dia 20 de.

Assim, uma ideia central, segundo o governo, é tornar o processo do INSS mais rápido. principalmente ao oferecer operação na concessão de benefícios. Vale explicar os dois tipos de benefícios pelas mudanças. O primeiro é o auxílio-doença, concedido quando o trabalhador tem um problema de saúde passageiro. O segundo é o auxílio acidente. Este é pago ao trabalhador acidentado que sofreu sequelas definitivas, que reduziram sua capacidade para o trabalho.

No caso de alguns casos médicos, dispensa da perícia, isso pode na verdade o trabalho dos servidores. Isso porque esses funcionários passariam a ter uma nova função, antes atribuída aos peritos. Ou, a análise de documentos e laudos médicos para determinar se um cidadão tem ou não tem direito a um benefício.

Portanto, os analistas acreditam que a redução da fila do INSS não acontecerá, e o serviço pode se tornar ainda mais precário. Já quanto à inclusão do auxílio-acidente no chamado “pente-fino” do IN sentido, mas quanto precisa ser realizada pode fazer corretamente, para não prejudicar os seguros.

Por fim, a principal questão apontada na demora na concessão de benefícios é a redução no quadro de servidores do INSS. Nos últimos dez anos, o tempo médio de espera quase triplicou, passando de 30 dias em janeiro de 2012 para 82 dias em fevereiro de 2022.

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Imagem: rafastockbr / Shutterstock.com

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