Cientistas conseguem acordar células do olho humano horas após a morte

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Pesquisadores da Universidade de Utah, nos Estados Unidos, “acordar” células fotossensíveis dos olhos (cones e bastonetes) Indicando que é possível manter o funcionamento dos neurônios após o óbito mesmo após o óbito.

Foi usada uma tecnologia de transporte que conseguiu proteger e nutrientes aos olhos depois de eles terem sido apagados do minuto. As fotossensíveis de comunicação respondem à luz forte, coloridas e depois da luz fracas até a morte, além de comunicarem-se horas depois.

Os cones e bastonetes transformam a luz em impulsos nervosos, e a informação é levada ao cérebro para interpretação. Durante o experimento, os recursos sincronizados devem ser aprovados para emissão de funções elétricas. Esta é a primeira vez que um órgão de pessoa vai responder a esse tipo de estímulo após o óbito.

O transplante de órgãos é possível pois a degradação é mais lenta após o fim da circulação sanguínea, mas os tecidos do cérebro ainda são um desafio para a ciência — por isso, o transplante de cérebro ainda não é viável, por exemplo. Se os funções param de funcionar, não podem ser “reacordados”.

Consequências

Segundo os cientistas, uma descoberta pode “levantar questões sobre o caráter irreversível da morte das células neurais e provar novos caminhos para a reabilitação visual”. O estudo foi publicado nesta quarta (5/11), na revista científica Nature.

A resposta é que, entendendo como alguns tecidos do sistema nervoso lidam com a falta de oxigênio e nutrientes a morte, seja possível recuperar casos de morte cerebral. A definição deste tipo de óbito é quando não há mais atividade sincronizada entre os neurônios.

“Já que a retina faz parte do sistema nervoso central, a restauração dos sistemas elétricos neste estudo levanta o questionamento se a morte cerebral, como é definido hoje, é realmente irreversível”, escrevem os autores, no estudo.

Os cientistas lembram que, apesar da descoberta de muitas definições da medicina ainda faltam, as pessoas podem voltar a enxergar com transplantes, ou que a revista cerebral seja ainda falta. Por hora, ela possibilita que a comunidade científica possa estudar os olhos e seu funcionamento sem precisar de modelos de computador ou com animais.

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