B3 vai lançar 1º índice de ações do agronegócio, inclui supermercadistas e até Arezzo

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Por André Romani

Reuters – A B3 lançará na próxima data especial por empresas em primeiro lugar, ao agronegócio, após o setor saber após o mercado de capitais brasileiro após a alta dos preços de commodities uma safra de IPOs do segmento nos últimos anos.

A operadora da bolsa brasileira estreará o Índice Agro Free Float Setorial, ou IAGRO B3, formado inicialmente por 32 papéis, sendo o maior peso na JBS, representando 7,4% da carteira.

Os quatro subsetores, que possuem pesos diferentes, englobam pesos diferentes, englobam itens de produtos agronegócios, agregadic, diretor executivo de produtos e produtos da empresa Reuters serviços da B.Agroin.

“O índice é abrangente, incluindo setores diretos e vinculados ao agronegócio, damos maior peso aos mais diretamente ligados ao agro”, disse Kondic, acrescentando que a divisão primárias tem peso quatro; sumário, três; agroindústria, dois; e agrosserviços, um.

No setor primário, entre empresas de agricultura e pecuária, por exemplo. Em insumos, estão as companhias de fertilizantes, defensivos e máquinas e equipamentos agropecuários. Já a agroindústria inclui artigos de couro, fabricação de bebidas e até têxtil e acessórios de base natural. Por fim, serviços a barca transporte, logística e armazenamento ao setor e comercialização de veículos agrícolas.

O índice também incluiu as diversões GPA e Carrefour Brasil, além da empresa de vestuário Arezzo e da companhia de produtos para construção civil Dex .

Kondic afirmou que o índice deve “refletir o desempenho médio de empresas que são parte do agronegócio”. A composição do índice ainda elimina o valor em outras características de circulação e regras de mercado, como preço médio obrigatoriamente acima de tudo de acordo com as exigências de liquidez real.

Nessa primeira composição, o subsetor primário domina e não há representantes do segmento de insumos. O índice será apresentado em setembro, como o restante das carteiras da B3.

Kondic disse que uma ideia para o IAGRO B3 surgiu de conversas com gerentes relacionados ao agronegócio e que pode ser a ideia de produtos financeiros do setor. A B3 espera que o índice viabilize ETFs (Exchange Traded Funds) e fundos referenciados.

O executivo já existe com gestoras para lançar ETFs ligados a novo índice, sem dar mais detalhes. Os ETFs são negociados em bolsa e que acompanham um índice de referência.

AGRO CRESCE NA BOLSA

Kondic disse que a B3 já vem buscando aprimorar uma oferta relacionada ao agronegócio, mas suporta que “a conjuntura facilita bastante esse foco no agro”.

Os efeitos da revolução na globo, o que significam os preços de um movimento já em curso de alta da globo, incluem como principais da agricultura, que foram colocados como empresas do setor em guerra.

Durante o recente de entradas de novas empresas, o movimento foi interrompido neste devido aos cenários macroeconômicos e de mercado, companhias aéreas relacionadas ao boom ao agronegócio feitas aberturas de capital B3. Participe do movimento desde a plataforma de varejo de insumos e serviços AgroGalaxy até o gigante do setor de açúcar e etanol Raízen, que faz parte do novo índice.

“Poder participar de um índice facilita e é mais um incentivo para fazer abertura de capital”, disse Kondic, ao ser questionado sobre o assunto.

Além disso, na última atualização da carteira do Ibovespa, que passou a valer em maio, a única adição ao principal índice da bolsa brasileira foi a ação da produtora de grãos e oleaginosas SLC Agrícola, outro papel presente no IAGRO B3.

A B3 já oferece outros produtos que podem ser usados ​​por agentes de mercado do agronegócio, incluindo contratos futuros e operações de hedge para seguro de preços de milho, boi, café e futuro de soja.

Kondic afirmou que tem planos para o lançamento de novas ofertas, incluindo alguns produtos complementares ao índice que estreia segunda-feira, sem dar mais detalhes sobre quais ou quando serão lançados.

Setores como financeiro, de consumo e de commodities já possuem índices próprios.

COMPOSIÇÃO IAGRO B3 – PESO NO ÍNDICE – SUBSETOR:

– JBS ON – 7.439% (Primário)

– SUZANO ON – 7.439% (Primário)

– AMBEV ON – 6.220% (Agroindústria)

– COSAN ON – 6.220% (Agroindústria)

– UNIDADE KLABIN – 6.101% (Primário)

– BRF ON – 5.614% (Primário)

– RUMO ON – 4.933% (Agrosserviços)

– SÃO MARTINHO ON – 3.879% (Primário)

– MARFRIG ON – 3.857% (Primário)

– SLC AGRÍCOLA ON – 3.494% (Primário)

– DEXCO ON – 3.266% (Primário)

– ASSAÍ ON – 3.246% (Agrosserviços)

– MINERVA ON – 3.182% (Primário)

– RAÍZEN PN – 3.087% (Agroindústria)

– BRASILAGRO ON – 2.821% (Primário)

– TRÊS TENTOS ON – 2.660% (Primário)

– JALLES MACHADO ON – 2.644% (Primário)

– CAMIL ON – 2.644% (Primário)

– IRANI ON – 2.587% (Primário)

– BOA SAFRA ON – 2.571% (Primário)

– CARREFOUR BRASIL ON – 2.446% (Agrosserviços)

– AREZZO ON – 2.384% (Agroindústria)

– M. DIAS BRANCO ON – 1.647% (Agroindústria)

– VAMOS ON – 1.400% (Agrosserviços)

– GPA ON – 1.303% (Agrosserviços)

– ARMAC ON – 1.157% (Agrosserviços)

– HIDROVIAS DO BRASIL ON – 1.136% (Agrosserviços)

– GRUPO MATEUS ON – 1.086% (Agrosserviços)

– RANDON PN – 1.021% (Agrosserviços)

– KEPLER WEBER ON – 0,981% (Agrosserviços)

– TUPY ON – 0,910% (Agrosserviços)

– RECRUSUL ON – 0,626% (Agrosserviços)



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