professores do DF são vítimas de 9 tipos de golpes. Veja quais

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O Sindicato dos Professores do Distrito Federal (Sinpro-DF), publicou, na última semana, uma lista de nove tipos de golpes mais comuns com os professores da rede pública do DF, especialmente em profissionais apoiados. O Sinpro informa que a Polícia Civil do DF (PCDF) centralizou as denúncias da entidade e investiga os crimes.

Uma entidade alerta para como práticas de estelionato que vão de comunicação via mensagens falsas, telefones e até uso de documentos fraudados com as marcas do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT) para confessar como vítima.

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O Sinpro-DF não soube informar ou estimar uma vítima pelos fornecedores, mas garante que o assunto é expressivo entre membros e diretores do número de ocorrência. Também não há informações quanto aos valores subtraídos pelos golpistas.

O sindicato, porém, explica que os bandidos reúnem uma série de que, em alguma tese, seriam verdadeiras, mas pedem o valor de valor no fim do contato. O Sinpro-DF reforça que não entra em contato com sindicalizados ou depósitos de qualquer fim.

Tipos de crime

  1. Em um golpe dos golpes, ligam-se para a casa dos professores informando que o pagamento do precatório foi liberado. Em seguida, dizem que a vítima tem mais de R$ 100 mil para receber o número, pedem para ligar em um e solicitam depósito de um valor em uma conta corrente no nome de Anderson Fabio de Oliveira.
  2. Para o furto via telefone, usam vários nomes. O nome de “Cláudia Maria Rodrigues”, uma advogada que tem sido prejudicada com a ação do bando, é utilizada nesta modalidade. Ela já denunciou o caso à polícia e tem Boletim de Ocorrência para controlar o uso indevido do nome dela. O outro advogado usado é “Leonardo Mota”. Um terceiro nome identificado é “Dr. Marcelo Ricardo”.
  3. Para extorquir dinheiro das vítimas, o golpista que realiza a chamada se passa por diretor, ex-diretor ou funcionário da Secretaria de Assuntos Jurídicos, Trabalhistas e Socioeconômicos do Sinpro-DF. Em alguns casos, chegaremos a apresentar como Dr. Daniel ou Dr. Dimas, e usaremos em sua foto de perfil do WhatsApp a logomarca do Sinpro-DF. Em seguida, o farsante solicita depósito em conta vinculada a uma suposta pessoa com nome de Priscila.
  4. Outra modalidade é o golpe com download por Pix. Assim como outros métodos, o golpista solicita um valor para liberar uma quantidade à vítima. No caso de download, não há um sistema de retorno ou cancelamento do envio.
  5. Nesta modalidade, o golpista envia à vítima, via WhatsApp ou e-mail, documento simulando papel timbrado do Tribunal de Justiça do DF e Territórios (TJDFT). O documento ainda leva o nome de dirigentes do Sinpro-DF. No último caso detalhado à entidade, havia o nome da dirigente Silveira. O envio posteriormente uma ligação, em que é feito o nome completo, confirma vários dados da vítima, CPF e nome do pai e da mãe.
  6. O golpe mais recente consiste no envio de carta nominal, com logomarca de escritório de advocacia fantasma. O documento falso é enviado Correios e traz uma série de argumentos jurídicos bem fundamentados, além de endereço de e-mail, telefones e assinatura com registro da OAB.
  7. O primeiro golpe de 2022 chega por WhatsApp e vem supostamente do “Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios, DF”. É nominal, informa que o pagamento do precatório referente ao processo da pessoa está liberado para os dados de hoje, “primeira ou segunda parcela”. O titular deve entrar em contato com uma “Dra. Chrystiane Maia Guerco Faria Lucas Mori (OAB: 38015/DF) para solicitação do recolhimento dos alvarás de envio do precatório, nos também telefones (061) 99687-2994 ou (061) 99667-9219 (outros números usados ​​nesse). Se a pessoa não entrar em contato até as 15h, deve esperar “uma segunda chamada com carência de tempo de 5 a 10 anos”. Mas é golpe.
  8. Nesta criminosa criminosa, os bandidos ligam pelo banco de Brasília (BRB 3322-1515) – do Banco de Brasília (BRB mas clonado), informando que o banco oficial fez um Pix engano para a conta do professor ou orientador educacional, solicitando a devolução do valor. Além desta procedimento, os estelionatários também ligam ser de uma empresa jurídica de alegação ao BRB, fazendo a tarifas não pagas. Na maioria das vezes, os falsários enviam um link ou pedem dados para “corrigir o problema” e até mesmo solicitando dinheiro. Não abra o link, não forneça dados ou transfira qualquer quantidade em dinheiro.
  9. Na última versão utilizada pelo bando, um professor é contatado e informado que havia sido autorizado o pagamento de R$ 108 mil referente ao precatório do Ticket Alimentação, ação movida por um escritório jurídico do Sinpro. Porém, para o montante, o educador deveria receber pagamento como taxas, valor totalmente indevido, uma vez que o sindicato nunca solicitará o pagamento de taxas bancárias para que professores e orientadores. Para identificar se a ligação é um golpe, basta ficar atento ao pedido de qualquer tipo de taxa para recebimento de precatório.

Segurança Digital

O perito em crimes digitais Wanderson Castilho alerta que a criminalidade no ambiente cibernético se especializou e ataca por nichos. “Cada um tem suas particularidades. Hoje existem golpes específicos para o Instagram, para leilões, ofertas de emprego e outros”, detalhados.

“Se você não tiver dois tipos diferentes de verificação [quando receber qualquer tipo de contato], não execute o que está sendo pedido. Quem recebeu o contato que deve buscar por outros meios a diferenças”, explica o especialista em segurança cibernética.

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