Fenômeno do ‘celular do Pix’ chega às lojas da Xiaomi | Celular

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De acordo com o gerente da operação brasileira da Xiaomi, Luciano Barbos, os clientes querem modelos com ficha técnica e preços mais em conta. Desta maneira, podemos retirar os aplicativos do banco do smartphone principal, que é levado no bolso ou na bolsa ao longo do dia. “Este celular secundário é escolhido para ficar na gaveta”, segundo Barbosa.

No entanto, o aconselhado que os usuários da Xiaomi utilize os recursos de segurança embarcados de fábrica nos celulares. Uma interface MIUI permite criar um ambiente seguro que exige uma senha extra ou uma biometria projetada para liberar os acessos aos aplicativos escolhidos pelo usuário. Desta forma, o correntista dificulta o acesso aos apps de bandos.

“É injusto ter que comprar outro celular só para fazer Imagem”, o chefão da marca no mercado doméstico completo. A companhia se prepara para anunciar os detalhes do lançamento do Xiaomi 12 no Brasil ainda nesta terça-feira (10).

O gerente de marketing Thi Araripe diz que a empresa reforçou a presença nas redes sociais para explicar aos clientes como tirar proveito dos recursos de segurança dos produtos Mi e Redmi. Por mais que os consumidores se disponham a pagar pelo tal “celular do Pix”, ele diz que não é interessante para a Xiaomi capitalizar em cima deste problema.

No vídeo abaixo, confira o lançamento do Redmi Note 11

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