Despacho gratuito mala alimentar, e deixa país de menos atrativo para aéreo secretário

O secretário Nacional de Aviação Civil, do Ministério da Infraestrutura, Ronei Glanzmann, afirmou que o retorno do despacho gratuito de bagagem no comercial, um dos motivos não é um “retrocesso que alimenta o grande equipamento de país que não é o país novo dos motivos, pelas companhias aéreas disse ainda que se alimenta o grande equipamento de empresas, “A convite de uma nova companhia aérea para o Brasil é um trabalho de muitos anos, às vezes de décadas”, afirmou Glanzmann em audiência pública nesta quinta-feira (5) por comissões de Infraestrutura e Assuntos Econômicos do Senado.

A medida aprovada pela Câmara dos Deputados em abril e agora precisa ser pelos deputados. Glanzmann o problema do alto preço das passagens que no despacho mas argumentou a cobrança pelo despacho não é a causa dos valores

Ele lembrou que o Brasil enfrenta questões estruturais, como o alto preço do combustível da competição. “Há deveres de casa sendo feitos”, disse o secretário. “A bagagem tem a ver com a agenda de competitividade. Reconhecido de mais empresas aéreas no Brasil, hoje temos três”, afirmou.

O secretário também reforçou que a entrada de novas companhias para operar no mercado doméstico brasileiro está vinculada à segurança jurídica e à possibilidade de despacho de bagagem, seguindo a adoção adotada em outros países.

Citou por exemplo, que as companhias aéreas ‘low cost’ estão próximas, com “bastante incidente” em outros países da América Latina, como Argentina, Colômbia e Chile, onde o despacho é taxado. “Essas companhias não operam no Brasil. E temos falado com essas empresas. Elas ainda não entraram por dois motivos: o tamanho do mercado no Brasil. Para entrar aqui precisa trazer pelo menos 20 aeronaves. E a outra questão é a segurança jurídica, de fato. A questão da bagagem não pode retroceder”, disse Glanzmann.

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