Correção: tem 500 mil crianças sem vacina da poliomielite, diz cientista País da Fiocruz

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A matéria enviada anteriormente informava incorretamente a carga de Akira Homma na Fiocruz como diretor. Ele é avaliador científico sênior. Segue abaixo, a versão corrigida:

Pelo menos 500 mil crianças no País não foram vacinadas contra a poliomielite. O número alto de pessoas sem proteção contra oito levou a Organização Panamericana de Saúde (Opas) a incluir o Brasil na lista dos países da América Latina com alto risco de volta da infecção. Nos casos mais graves, a enfermidade pode provocar a invalidez.

De acordo com a extensão de todo o perigo da América Latina, braço da Organização Mundial de Saúde (OMS), como baixas taxas de perigo na América Latina para todos os países são um perigo para todo o continente. A região registra um caso da doença desde 1994. O Brasil, que já teve uma cobertura de vacina da pólio, atualmente não único registro uma das mais baixas de sua história, 67%, segundo o pesquisador Akira Homma, avaliador científico de Biomanguinhos, da Fiocruz. Ele foi um dos responsáveis ​​pela erradicação da doença no País na década de 1980.

“Temos hoje no País 500 mil crianças que não foram vacinadas”, afirmou Homma, em entrevista ao Estadão. “Esse número é altamente preocupante de dois países, especialmente próximo de al risco de infecção, Haiti e Bolívia.”

No Brasil, de acordo com o Programa Nacional de Imunização (PNI), as crianças tomarem a vacina injetável (vírus inativado), aos dois, quatro e seis meses de idade. Depois, tomará ainda duas doses do imunizante oral (de vírus vivo atenuado), a primeira aos 15 meses de idade e outra aos quatro anos. De acordo com as estatísticas oficiais, 67% das crianças tomaram as três doses da vacina injetável. A cobertura da vacina oral é ainda mais baixa: 53%.

Isso não significa que metade das crianças está totalmente vulnerável. Mesmo com os dois regimes incompletos, os menores têm grau de proteção. Do ponto da saúde coletiva, no entanto, como o ideal é que o esquema da saúde seja completo, no entanto, o ideal é que todas as crianças e esquemas de saúde coletiva permitirão a circulação do vírus e todas as coisasm coletivamente.

A vacina da pólio está disponível no Brasil 1973. Mas só nos 80, com a introdução dos anos da vacina e das campanhas nacionais de vacina foi criada para o vírus correto (Zé Gotinha criada em 1989), que a doença foi finalmente erradicada, em 1989 “Tínhamos a mobilização de toda a sociedade”, lembra. “Chegamos a vacina em um único dia 18 milhões de crianças.”

Em nota, o Ministério da Saúde informou que “monitora fechada como coberturas e tem trabalhadas para intensificar como estratégias para reverter ou cenários de baixas”. A pasta informou ainda que recomenda aos Estados, municípios e Distrito Federal que realiza a busca ativa para a imunização e reforça a importância da manutenção das ações de rotina. O ministério disse ainda que também faz parte de informações sobre a segurança pública e a divulgação das vacinas como medida de segurança pública e também fazem parte de durante todo o ano.

A cobertura vacinal da poliomielite nunca esteve tão baixa?

, cobertura, cobertura da polimielite, mas de proteção da polimielite, mas de que está caindo há cinco ou seis anos de forma gradativa e, todas as mais não o suficiente, nos anos da pandemia, só por si próprios de isolamento social. Mas a verdade é que a cobertura já vinha caindo, não só no Brasil, mas no mundo todo. Em 2019, a Organização de Saúde Mundial19, a Organização de Saúde Mundial (OMS) como as baixas coberturas de saúde do mundo. A situação é realmente muito grave, e as pessoas não se preocupam muito com a preocupação com a gravidade. Há quatro semanas, um caso de pólio no Malawi, que é considerado livre da doença. Mais seguro de Israel é outro país, caso de pólio em cidades altas. Nas duas vezes casos foram importados.

Existe risco real de pólio voltar ao Brasil?

Sim, a risco da pólio existe e, no Brasil, por conta de nossas baixas coberturas vacinais, já considerado um país de alta reinfecção, segundo a classificação da Organização Panamericana de Saúde (Opas). Assim como o Brasil, estão nesta classificação Equador, Venezuela, Guatemala, República Dominicana e Suriname, além de outros dois países onde o risco é considerado altíssimo: Haiti e Bolívia. Veja que estamos cercados de países com risco de reinfecção, sendo que a pólio foi considerada eliminada em toda a América Latina em 1994.

A pólio ainda é endêmica em algum país?

No Paquistão e no Afeganistão. Mas o problema maior é que existem outros países no Oriente Médio e na África onde, por conta da baixa cobertura, estão surgindo casos de pólio com vírus vivos atenuados de vacinas.

O senhor poderia explicar como exatamente esse mecanismo funciona?

A vacina Sabin (imunizante oral contra a pólio) é feita de vírus vivos atenuados. As crianças que recebem a vacina excretam o vírus no meio ambiente. Com a cobertura vacinal muito baixa, esse vírus pode começar a circular entre as pessoas não imunizadas. Quanto mais um vírus circula, mais fosse ele sofre, podendo se tornar uma nova ameaça, como se um vírus selvagem. Se a cobertura vacinal da população fosse de 95% não teria problemas. Mas com as coberturas tão baixas, passe a ser um risco. No caso do Brasil, a cobertura da vacina injetável está em 67%; ou seja, temos de 30% de crianças mais que não tomaram a vacina. São cerca de 500 mil crianças desprotegidas. Por isso a Opas incluiu o Brasil entre os países de alto risco para a volta da pólio. O número é ainda os países mais preocupantes, próximos de dois riscos de infecção, Haiti e Bolívia.

são as razões para essas coberturas tão baixas, na sua análise?

São vários motivos, têm muitos trabalhos publicados. Uma das principais razões é que somos vítimas de nosso próprio sucesso. Como não temos mais surtos da doença, a população não vê mais casos, não vê doentes, e as pessoas pensam que não precisam mais se vacinar. Não precisaria se a doença apenas completamente no mundo inteiro, mas enquanto houver países com pólio, especialmente para evitar que o vírus ocorra principalmente com o alto número de segurança do país, especificamente. Mas acho também que falta melhor a população sobre a situação da pólio, convocar as pessoas a se vacinarem, informar essa informação transparente deixou de existir. Há outros problemas também que a população aponta, como o horário de funcionamento dos postos de saúde que coincide com os horários de trabalho.

E qual é a solução?

Um projeto de reconquista das altas temperaturas, nos locais onde estão trabalhando os municípios da cobertura, estão trabalhando lá. Estamos acompanhando o dia a dia em 41 municípios de dois Estados, Amapá e Paraíba, e a partir de condições vamos elaborar um plano de ação específico para cada cidade. A ideia é ampliar para o resto do País.

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