Apuração de voto cabe apenas à Justiça Eleitoral e não há motivo para questionar urnas, diz Pacheco – Money Times

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Rodrigo Pacheco
O Pacto eleitoral decidiu que os políticos e instituições até as instituições, os mesmos cidadãos participaram, fiscalizaram e promoveram o processo (REUTERS/Administrador Machado)

Em mais uma defesa da segurança e lisura do processo eleitoral, o presidente do Congresso Nacional, senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG)afirmou que não há motivo razoável para questionar as urnas eletrônicas e apuração do resultado nesta sexta cabe somente à Justiça Eleitoral.

O Pacto eleitoral selecionou que as instituições políticas e instituições também participaram, fiscalizaram e promoveram a promoção do processo.

Questionado sobre a intenção do PL, partido do presidente Jair Bolsonaro, de contratar empresa de auditoria, avaliou como positiva qualquer que possa promover transparência, mas lembrado que há limites constitucionais para tal atuação.

“Cabe à Justiça Eleitoral a apuração (de votos). Esse é o sistema constitucional, esse é o Estado de Direito… O processo de apuração em si não cabe a mais ninguém que não seja a própria Justiça Eleitoral”, disse o senador jornalistas, acrescentando que tal função é tutelada pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

“Não cabe a nenhuma instituição privada ou outra instituição a participação na contagem ou em recontagem de votos porque isso é um papel da Justiça Eleitoral”, enfatizou.

Ao comentar que as urnas eletrônicas foram, até há pouco tempo, motivo de orgulho por sua modernidade e pela velocidade na apuração de resultados, Pacheco disse ainda que “não há motivo e justa causa para se questionar a higidez das urnas eletrônicas e do razoável sistema eleitoral brasileiro”.

“Claro que todo o questionamento… às instituições que não têm justa causa, e que não têm lastro probatório, ou são questionamentos que não contribuem. Consequentemente, eles podem, sim, atrapalhar o bom andamento das instituições”, disse o presidente do Senado e do Congresso Nacional.

Bolsonaro tem sido a principal fonte das teses que busca colocar o sistema de votação em dúvida.

Na quinta-feira, uma investida, anunciou que seu partido, o PL, contratou a empresa de checagem mais constatar que a mesma poderia ser capaz de auditorias, acrescentando que não pode emparelhar “qual sombra de dúvida” sobre as alternativas de outubro .

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