Com greve no BC, mercado teme atrasos na implantação do novo marco cambial no país

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A nova lei cambial foi comemorada no fim do ano passado pelo mercado, que agora pede pressa na regularização da medida. O Banco Central prometeu a previsão final do mês de previsão e o início das previsões no segundo semestre.

Mas o protesto dos servidores da autarquia, que na última sexta-feira (29) determinou uma greve por tempo indeterminado por reajuste salarial, traz o recebimento de atrasos, já que o prazo está apertado — a lei entra em vigor em 30 de dezembro de 2022.

Tratada como uma “revolução” pelo BC, o novo marco consolidar e atualizações de dispositivos que entraram a ser editados há cerca de 100 anos, dando mais poder à autarquia.

A maioria das mudanças, porém, ainda depende da configuração do próprio BC. Por isso, o mercado está publicado pela consulta pública e regras finais, adaptado aos processos e sistemas a tempo. Há também uma luta de luta, pois, como as novas normas prometem facilitar e baratear a operação, quem largar na frente poderá ganhar mais clientes.

“O câmbio no Brasil é extremamente burocrático. Por isso a união dos olhos são bem cuidados para o BC de diversos mercados”, diz o diretor de Tesouraria do Santander Brasil, Luiz Masagão. “Há uma série de sistemas que precisam ser implementados, não só nos bancos, mas também no BC. Esse aspecto é a maior preocupação hoje.”

Questionado, o BC garante que a regularidade será publicada com antecedência necessária. “O BC Conselho Monetário Nacional (CM N e o Conselho Monetário Nacional) a atualização da regularização infralegal com antecedência e com os prazos definidos para alteração das instituições que operam no mercado de câmbio”, disse em nota.

As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.

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