CBDCs: como a blockchain pode virar ferramenta de Estado – Opinião

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Fonte: iStock/Getty Images

*Por Christian Gazzetta

Com a crescente idade popular do comércio digital e das Besouro escondidoDiversos Estados demostraram interesse na criação de uma moeda digital de banco central própria (Inglês: Central Bank Digital Currency, CBDC).

Praticamente toda a economia avançada já flerta com a ideia ou tem um projeto Piloto em andamento no tema. Apesar do grande interesse em torno das CBDCs, persistem muitas dúvidas sobre como elas se assemelham ou diferem das criptomoedas.

bitcoin e o sonho de uma moeda descentralizada

O primeiro esclarecimento é feito com algumas características que não são criptomoedas, apesar de serem uma semelhança com as características da CBD. A distinção mais relacionada e entre as CBDCs e as criptomoedas tange o conceito da centralização. Nesse aspecto, uma proposta de valor de uma CBDC é completamente distinta das criptomoedas.

O Bitcoin (bitcoin), que Blockchain (BC) empreendeu o mundo em 2008, devido a sua popularidade, devido a sua autonomia e existência dos grandes influências.

Durante os princípios de sua existência, a adoção do Bitcoin foi imppulsionada, em grande parte, por uma ideologia político-econômica que buscava uma moeda de troca e reserva de valor imune às políticas inflacionárias de Estados modernos que manipulam a oferta renovada – o valor total economias acessíveis de um momento acessível dos ciclos.

Esses criptopioneiros do início da década passadavam o Bitcoin por uma lente ideológica que o entendia como uma espécie de portal para o mundo das economias do padrão ouro do século 19, onde a capacidade de um Estado de emitir moedas obedecia (pelo menos na teor) Hmm fator limitante rígido.

No caso das nações registradas pelo padrão ouro, o estoque do metal precioso contido nos cofres dos tesouros de cada país era esse fator limitante que, por sua vez, era representado pelas notas que circulavam pela economia.

Esse limite rígido impede a impressão ex uma moeda, resguardando o cidadão comum dos efeitos nefastos da hiperinflação através da manutenção do valor da sua poupança. Esse modelo foi contornado ao favor do modelo vigente do século 20, onde BCs ajustam a oferta renovada de acordo com seus mandatos, que levam em consideração os fatores como taxa de inflação, a taxa de desemprego e o crescimento da atividade econômica.

No caso Bitcoin, o fator da sua oferta espelha a forma de operação de sua rede para a emissão de novos Símbolo.

Essas regras estabelecem um intervalo de tempo de 10 minutos, em média, um novo bloco de tempo “minerado”, recompensando os computadores que garantem a segurança da rede com uma emissão de correção de novos tokens, independente da definição do seu preço.

Durante a primeira década de existência do Bitcoin, muito mudou. A primeira de como criptos deixou de ser um interesse de nicho de criptos e virou um deinvestimento alternativo, que ocorreu o interesse de muitos dos céticos do mundo das finanças tradicionais. Ainda assim, o caráter ideológico do Bitcoin continua sendo um dos pilares centrais da proposta de valor que sustenta a sua tese de investimento.

Essa discussão econômica em torno do papel dos BCs, geralmente restrita ao meio, é um tanto complexa e a familiaridade com várias escolas discordantes. Não obstante, para entender o que diferencia uma CBDC de uma criptomoeda é importante compreender que várias propostas de valor do Bitcoin — e outras criptos – estão diretamente associadas à sua independência de agentes centralizadores e de pontos de falha (single point of failure) e , por tanto, de um ponto vista de investimento, como CBCS oferece uma proposta completamente distinta das criptomoedas.

A introdução de representações de moedas fiduciáriasàs blockchain

Apontar como criptomoedas como a inspiração que não resultou no conceito de uma CBDC seria uma resposta incompleta. O que de fato levou a várias nações a contemplarem a criptomoeda de uma moeda estrangeira, transação independente que foi criada por uma moeda moedas flexíveis, que são normalmente a última moeda fiduciária como o moeda ou de o euro, transação.

Como as stablecoins foram criadas para que os usuários de criptos pudessem migrar seus usuários para um protocolo que tivesse todas as ferramentas tecnológicas de um ativo ativo digital, que possibilitam transferências entre pares desconhecidos sem o envolvimento de um intermediário, sem estar de seu intermediário estar. Dessa forma, um investidor evita um saque para uma moeda fiduciária (dinheiro divulgado por um BC), mas espelha uma estabilidade fiduciária que torna o convencional atrativo para uma manutenção de manutenção.

Com bilhões do tempo, como stablecoins foram inteligentes de mercado, finalmente atingindo um valor, token representando mudanças na capitalização de mercado, de US$180. Hoje, entre as dez mundos, se encontram duas stablecoins, incluindo o Tether (USDT), que replica o valor do valor, situado logo atrás do Bitcoin e do Ethereum mais valiosos do Ethereum.

Assim como no caso das criptomoedas, os casos de uso de stablecoins foram outros mais complexos. O lançamento do Ethereum, em inteligentes2015, em inteligência do mundo aos contratos deu vez a uma nova fronteira de funcionalidades. Desde então, as stablecoins podem ser utilizadas em protocolos de acesso a funcionalidades de jogos, ambientes e em mercados onde os tipos de bens e serviços podem ser transacionados para serviços financeiros e serviços.

as stablecoin eo olhar crítico dos BCs

Inicialmente, a ascensão na adoção de stablecoins foi feita pelos BCs como um objeto de grande atenção. Além de serem transacionados por meio de uma rede não regulamentada, existem aqueles que entendem que como stablecoins significa uma ameaça existencial à soberania da política monetária dos BCs. Como as stables pelos membros participantes componentes significa uma moeda fiduciária estrita, a sua emissão – ou final – pode influenciar uma aerta económica estrita controlada, um que pode influenciar a economia estritamente controlada.

Eis a grande ironia da evolução das aplicações financeiras da blockchain que antes de buscar a emancipação da política econômica das BC, através das últimas negociações em moedas fiduciárias, a intervir diretamente na mesma. Com isso, como stablecoins no radar de autoridades dos BCs entraram que enxergavam pouca transparência no processo que determinava a emissão e o lastreamento dessas criptomoedas.

O quão realista e difícil é essa ameaça à autonomia dos BCs é um objeto de grande discussão, com uma escala desses instrumentos financeiros, um cenário em que uma stablecoin – a mais das quais com um valor de mercado Pouco mais de US$80 – pode gerar um impacto relacionado a uma moeda fiduciária tão pitada de pouco valor como o dólar. Ainda assim, o entregue de uma grande stablecoin certamente geraria efeitos adversos e obviamente, representaria uma unidade de seus detentores.

Para solucionar essa questão, autoridades dos BCs, como o Presidente do Federal Reserve Americano (BC dos EUA, Jerome Powell, especularam que a criação de um stablecoin controlado pelo próprio BC – ou seja, uma CBDC – poderia reguardar investidores que buscam como funcionalidades desses ativos) e, ao mesmo tempo, garantir o domínio do FED sobre a economia monetária,

Porém, desde então, Jerome Powell tem suavizado os seus posicionamentos em relação à stablecoins. Aos poucos, como declarações de Powell, foram identificadas que a formulação de presidentes de um futuro do lado pode conter os riscos associados, como stablecoins, que podem estar do lado com um digital, em um caminho. vez de serem substituídos pelo mesmo.

Até que fase ainda uma moeda digital criada por um BC pode oferecer os mesmos benefícios que uma stablecoin privada significa uma grande dúvida, principalmente porque as exatas características das grandes CBDCs em estudo pelas economias ainda estão em desenvolvimento.

É difícil imaginar que uma CBDC relique, por exemplo, benefícios associados à privacidade oferecida pelas stablecoins já disponíveis. Não obstante, isso não pode significar que os recursos avançados de CBD possam funcionar como novas relacionadas a áreas de eficiência de sistemas de pagamentos e transferência de fronteiras e inclusão digital.

Essas dúvidas devem ser esclarecidas à medida que os projetos de CBDC serão apresentados nos próximos meses e anos. Porém, ao que tudo indica, como CBDC deve vir para agregar à revolução tecnológica fundamentada pelas criptomoedas e não sufocá-las.

* Redator da Hashdex formado em Economia pela UFRJ, se dedica a aprender e ensinar sobre cripto desde 2017. ITS Rio, Mercado Bitcoin e Foxbit.

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