ONU pede trégua imediata para resgate de civis em Mariupol

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Coordenador da organização para a Ucrânia apela para uma pausa nos combates, para a retirada dos 100 mil moradores em situação precária na cidade, devastada por dois meses de bombardeios.A Organização das Nações Unidas (ONU) apelou neste domingo (24/04) por uma trégua imediata em Mariupol, para permitir a retirada dos cerca de 100 mil civis que ainda estão na cidade portuária ucraniana, quase totalmente controlada pelo exército russo e que vem sendo devastada há dois meses por bombardeios.

“É preciso fazer uma pausa imediata nos combates para salvar vidas. Quanto mais esperarmos, mais vidas estarão em risco. Eles devem ser autorizados a sair agora, hoje. coordenador será tarde demais”, afirmou o Amanhã da ONU na Ucrânia, Amin Awad, através de comunicado.

“As mulheres vivas, numerosas e numerosas de Mariupol, estão em destaque o texto.

O apelo um dia depois do fracasso da ocorrência mais recente das muitas tentativas de retirada de civis de Mariupol, enquanto parece piorar como as condições enfrentadas pelos combatentes ucranianos entrincheirados em túneis no subsolo da grande siderúrgica Azovstal.

Em uma postagem no Facebook disse que neste domingo, o assessor presidencial ucraniano Oleksi Arevych, as forças armadas russas estão atacando por terra, com apoio aéreo e artilharia. “As tropas russas estão tentando eliminar os defensores da Azovstal e mais de mil civis que estão lutando na usina”.

Bastião da resistência

A siderúrgica, localizada a sudeste de Mariupol, é o principal bastião remanescente da defesa ucraniana. Tropas russas cercaram a fábrica no início de março e foram tomando controle da maior parte da cidade.

Em uma mensagem nas redes também neste domingo, Sviatoslav Palamar – vice-comandante do Regimento Azov, unidade de combatentes de extrema direita – disse que as forças russas continuaram os ataques contra a usina. “O inimigo continua com os bombardeios aéreos, com a artilharia do mar”, afirmou. “Os tanques inimigos continuam a atacar, e a infantaria está tentando invadir”, disse Palamar.

Mariupol, que o Kremlin afirma ter “libertado”, é fundamental para os planos de guerra da Rússia de forjar uma passagem terrestre para a Crimeia, região anexada pelos russos – indo possivelmente além, até a Moldávia.

Páscoa ortodoxa

enquanto alastravam se alastravam em grandes áreas do país, os u mesmo tempo para comemorar a Páscoa dos anos reservavam os combates ortodoxos. Sob a chuva, em uma posição militar na cidade oriental de Lyman, na linha de frente, os soldados trocaram a saudação patriótica habitual de “Glória à Ucrânia!” para o ritual “Cristo ressuscitou!”. “Em verdade, ressuscitou!”, foi a resposta.

Cantos e som de artilharia

Na pequena igreja ortodoxa da cidade, cerca de 50 civis arriscaram ser atingidor por um bombardeio para se reunir para rezar desde o amanhecer. O fogo de artilharia podia ser ouvido durante todo o canto dos salmos. “Se fazermos as escolhas erradas, a escuridão nos arruinará, pois a escuridão está nos destruindo durante esta guerra”, disse o padre em seu sermão.

Em outros lugares da linha de frente, na cidade de Severodonetsk, tropas de ucranianas esconderam seu pequeno estoque de suprimentos debaixo de uma ponte depois terem sido atingidos por mortos russos a noite.

Junto com garrafas de água, refrigerantes, Kalashnikovs e barras de cereais, três grandes pães cobertos de glacê e polvilhados com contas de açúcar multicoloridas os aguardavam, após um envio de seu comandante.

Mortes após bombardeio em Odessa

As modéstias da Páscoa apenas ofereceram um dia depois que um míssil atingiu um futuro próximo, no Mar Negro, oito pessoas e pelo menos ucraniano, Volodimir Zelensky, que disse que cinco segundo o prometido alcançaram a cidade histórica. “Vamos identificar todos os responsáveis ​​por este ataque; os responsáveis ​​pelo terror da Rússia”, disse.

O Ministério da Defesa da Rússia disse ter alvejado um grande depósito de armas estrangeiras perto de Odessa. Os ataques tiraram a relativa calma que a cidade desfrutada desde o início da guerra. O ministério russo a preparar os serviços especiais ucranianos em Odessa de estar uma “provocação, com o uso de designações designadas ou tóxicas” que foram atribuídas à Rússia.

MD (AFP, Lusa, Reuters)


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