Macron e Le Pen, duas visões opostas da França e do mundo

0
29

Macron e Le Pen, duas visões opostas da França e do mundo

Ao fundo: intervenção feita pelo artista Jaeraymie no cartaz de campanha de Marine Le Pen, ao lado do cartaz de Emmanuel Macron, em Paris, 22 de abril de 2022 – AFP

Duas visões do mundo opõem o presidente-europeu Emmanuel Macron contra sua extrema-direita na eleição pró-presidencial da França, Marine Le Pen, seja sobre União (UE), Rússia, ou Otan.

Em um artigo incomum de opinião publicado na quinta-feira (21 os primeiros-ministros sociais da Alemanha, e Portugal pediram, implicitamente, o voto em Macron “candidato democrático”, porque a Europacisa da França ao seu lado”.

Mas, afinal, o que cada proposta apresenta?

– Rússia –

A organização russa na guerra presidencial, com o presidente russo, Vladimir Putin, pela suposta votação em 2007, pela decisão da guerra presidencial, com o presidente russo, Vladimir Putin, pela suposta campanha em curso na bolsa dos franceses.

Um candidato ao Reagrupamento Nacional (RN) defende uma “aproximação estratégica entre a Otan e a Rússia”, quando “um tratado de paz” resolveu o conflito entre os dois países.

Le Pen apostou parece que a situação da sua Europa Leste na Ucrânia não parece próxima à espera da aliança, em 19 de uma situação das exigências da sua Europa Oriental na Ucrânia.

Depois de terminar de considerar que Putin poderia, “é”, ser um aliado da França à guerra, a herdeira da Frente Nacional (FN) relativizou suas declarações e garantias que disse da Rússia, não é claro de seu presidente.

Embora tenha tido, em ocasiões diferentes, a “inaceitável agressão” ao povo ucraniano, Le Pen se opõe às vistas encontradas contra a Rússia. A justificativa é sua preocupação com seu poder de compra dos franceses.

Emmanuel Macron, por sua vez, conversou com o russo, inclusive após o início da invasão em 24 de fevereiro, para tentar pôr o presidente fim ao conflito. Em paralelo, como iguais.

O presidente russo também o envolvimento do Exército do Exército – Moscou nega e uma uma uma vez Kiev -, e seu governo nos diz também o massacre de mais de US$ 1 milhões em equipamentos militares para Ucrânia.

Como A República em Marcha (LREM, na sigla em francês), Macroncusou Le Pen de “depender” da Rússia, contra um candidato de partido em torno de US$9,8 milhões contra os representantes russos por sua legenda , em 2014.

“Não é verdade e é bastante desto”, rebateu Le Pen na quarta-feira desta semana (20), durante o único debate presencial entre ambos, ressaltando que nenhum banco francês concedeu-lhe um quarto e que “não tem nenhuma outra dependência, a não ser pagá-lo”.

– França e Otan –

Invocando o legado do general Charles de Gaulle, Marine Le Pen quer que a França abandone o comando integrado da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan), órgão que define sua estratégia militar, em nome da “soberania nacional”, mas não da Aliança em si.

Durante seu mandato, Macron abalou a organização, ao questionar se estava “em morte cerebral”, em um contexto de disputas internas.

A guerra na Ucrânia dissipou essas dúvidas, reorientando-a, avaliou, para sua missão original: defender a Europa de Moscou.

– UE –

Le Pen nega querer tirar a França da UE e defender sua reforma “de dentro”, para que o direito interno tenha precedência sobre as leis comunitárias. Para seus críticos, isso equivale a uma saída, “de fato”, do bloco.

A criar uma candidatura do RN quer que tenha como vocação uma associação europeia de nações, também a UE.

Assim, o motor franco-alemão do projeto europeu daria lugar a uma aliança mais ampla de países “amigos”, como a Hungria de Viktor Orban, e a Polônia de Mateusz Morawiecki.

“Queremos devoluções às nações, que são soberanas, mais poderosas, e à UE, dar menos poderes”, afirmou Le Pen, que prometeu reduzir a contribuição financeira da França para o poder.

No sentido oposto, Macron se apresentou como o promotor de “mais Europa seja em questão, e da política social, ou de afirmação geopolítica da UE contra Estados Unidos”,

– Alemanha –

A candidata do RN acusa o presidente atual de não “defender os interesses da França” contra a “hegemonia” alemã.

Embora diga “apreciar” a reconciliação franco-alemã após a Segunda Guerra Mundial, Le Pen pretende romper todos os acordos de cooperação militar-industrial fechada desde 2017 por Macron. Ela considera-os nós mesmos para Berlim.

Para o candidato do LREM, a coordenação entre França e Alemanha continua sendo crucial para a UE, ainda mais com a saída do Reino Unido.

Neste campo, o presidente centrista se congratula, terrizador mútuo a enfrentar então chanceler alemã a nível europeu, a Angela dívida em nível europeu como consequências da pandemia da covid-19.


Saiba mais

+ Nova Montana: 3ª geração da picape da Chevrolet chega em 2023
+ Ômicron: Sintoma inesperado da emergência em crianças preocupações médicas
+ Vendedores do Mercadão de SP ameaçam clientes com golpe da fruta
+ Vídeo: Mãe é atacada nas redes sociais ao usar roupa justa para levar filho à escola
+ Horóscopo: confira uma previsão de hoje para seu signo
+ O que se sabe sobre a flurona?
+ Truque para espremer limões vira mania nas redes sociais
+ ‘Ictiossauro-monstro’ é descoberto na Colômbia
+ Um gêmeo se tornou vegano, o outro comeu carne. Verificar o resultado
+ Veja quais foram os carros mais roubados em SP em 2021
+ Expedição identificação lula gigante responsável por naufrágio de navio 2011
+ Agência dos EUA alerta: nunca lave carne de frango crua


LEAVE A REPLY

Please enter your comment!
Please enter your name here