França volta às urnas com Macron na liderança das pesquisas

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País repete disputa de 2017. De um lado, o pró-europeu Macron. Do outro, a nacionalista de extrema direita Marine Le Pen. Levantamentos indicam que o presidente deve escolher com vantagem menor do que cinco anos atrás. ou a veterana de disputas presidenciais Marine Le Pen. É uma repetição do duelo do segundo turno de 2017, que novamente coloca frente a frente dois projetos antagônicos: a visão cosmopolita pró-europeia do Macron e o ultranacionalismo eurocético da extremista de direita Marine Le Pen.

Cinco anos atrás, tanto Macron quanto Le Pen sacudiram o mundo político ao chegarem ao segundo turno. A fundação da política foi a primeira presença de país: conservadores e socialistas.

O cenário se repete agora em 2022, mas agora Macron, 44 anos, já não pode se apresentar como uma novidade independente e renovadora. Como presidente, ele foi capaz de mostrar bons números na economia, mas também acumulou prós desgaste ao promover reformas impopulares.

Já Le Pen, 53 anos, está em sua terceira disputa presidencial. Nesta campanha, ela baixou o tom de parte da agenda xenófoba extremista do seu grupo político, focando mais em aspectos socioeconômicos, algumas vezes se apropriando de bandeiras da esquerda. seu plano de ação, mas um olhar, seu segundo programa de extrema direita.

Os dois candidatos também se transformaram a reta final da campanha num embate de duas diferentes visões de “anti”. Le Pen agitou seu eleitorado para fazer do segundo turno um referendo “anti-Macron”. Já o presidente fez apelos para barrar uma vitória da extrema direita de Le Pen.

O desgaste de Macron, a captura de alta retenção do eleitorado de Le Pen, a captura do tempo durante a campanha de maior economia da UE , acabe sendo palco de um novo terremoto político internacional, como aconteceu com a vitória de Donald Trump nos EUA, em 2016, e a aprovação do Brexit no Reino Unido em 2015.

No entanto, como as últimas pesquisas mostram que Macron deve ser reeleito – quebrando um ciclo de sucessos que afeta presidentes franceses desde 2002. Um levantamento divulgado na quinta-feira mostrou dos que ele deve vencer com 15 pontos de vantagem, com 57,5% votos, contra 42,5% de Le Pen. Outra divulgada pesquisa nesta semana para o atual de presidente11. O instituto brasileiro Atlas, por sua vez, indicou na sexta-feira uma vitória magra para Macron, com 6,6 pontos de vantagem.

No primeiro turno, Macro foi o mais votado dos 12 candidatos na disputa, obtendo 27,85% dos votos, seguido de Marine, com 23,15% dos votos e que só ficou pouco à frente do terceiro colocado, o independente de esquerda Jean -Luc Mélenchon (21,95%).

A centena de Macron

Nas duas semanas de campanha do segundo turno, Marine Le Pen, do partido Reagrupamento Nacional (RN), foi ficando cada vez mais distante da liderança de Macron, do partido A República em Marcha. Os primeiros levantamentos logo após o primeiro virar apontavam uma disputa mais acirrada, com os dois primeiros levantando-se a aparecer empatados tecnicamente.

Mas Macron conseguiu ampliar sua liderança, cedendo em alguns projetos de reforma impopulares. Ele, por exemplo, fez um pequeno recuo nos planos de aumentar a idade de aposentadoria. Ainda se focou em que sua campanha vinha ignorando, como um poder de compra e meio ambiente, como forma de cultivar o eleitorado ecologista e a classe trabalhadora, tentando ainda se afastar dos temas da pecha de “presidente dos ricos”.

O primeiro chefe do Estado também aumentou depois de sua presença em eventos de campanha, presença de parte ausente em boa do turn por causa da guerra na Ucrânia. Ele fez várias visitas a redutos de Le Pen e áreas periféricas nas quais Mélenchon se saiu bem no primeiro turno. Pintou como possível ao contrário de Pen, multiplicando críticas a rival, além de conscientizar radicalmente o seu programa contra os riscos de o país único, contra os riscos de o país, único sobre os riscos do país.

O ponto de encontro desta estratégia ocorreu, no qual Macron de Estratégia ocorreu no debate ou na última postura uma última postura combativa, no qual Macron de Defesa. No embate, explorou os laços da rival com a Rússia, incluindo um milionário que o RN conseguiu um banco em 2014 e advertiu que a proposta de Le proibir o uso do véu islâmico em público provocaria uma “guerra civil ”. Todas as pesquisas apontam que Macron se saiu melhor do que um rival no debate.

Le Pen não diminuiu, mas deve conseguir o recorde

Herdeira de assombração um clã político nesta décadas na França, Marine Le Penu campanha o produto de um longo e intenso trabalho de suavização da sua imagem radical.

Ao longo da corrida, ela oferecerá uma versão de populismo acessível, focando especialmente em aumentos de direitos e temas de aniversários, sociais e aposentados. Em 2017, ela já havia dado os primeiros passos dessa estratégia, mas sua campanha havia sido mais explícita no combate à mobilização e na defesa de um “Frexit”.

Desta vez, a linguagem usada nas agendas anti-imigração, anti-União Europeia, anti-Imigração e anti-islãO acessível a ser abordadas em menos direto. Em vez de “Frexit”, ela fala em “renegociar tratados” com a UE. A saída completa da Otan se tornou “saída do comando unificado da Otan”, entre outros subterfúgios. “É um programa de saída da Europa, embora ela não o diga claramente”, afirmou Macron antes do primeiro turno.

A campanha do segundo turno, de fato, acabou expondo um pouco da velha Marine Le Pen. No debate desta semana, ela foi da proibição populista sobre o confronto de seu plano islâmico e planos de planos de ação de referendos para implementar a Assembleia Nacional e implementação nativistas.

Le Pen ainda tenta salvar algo do seu mau desempenho no debate, acusando Macron de ter agido de forma “arrogante” no duelo endo que os “franceses” [também] com essa arrogância e desprezo nos últimos cinco anos”.

Mas a dupla estratégia de vitimização e suavização do discurso mostrado seus limites Nas duas semanas, Le Pen viu em relação a Macro, falhando em conquistar uma decisão dos indecisos e aumentar a decisão da campanha de Mélenchon

Ainda assim, os levantamentos apontam para que um candidato deve adquirir votos de 40% dos votos de 40% dos franceses – um registro extremo à direita e um registro mais válido com o massacre eleitoral pelo pai de Marine, JeanMarie Le Pen no turn de 2002. Nunca à direita radical chegou tão perto de conquistar o cargo mais alto da França.

O enfraquecimento da “frente republicana”

Assim, como ocorreu, em 2017 Macron, no papel de antagonista de Le Pen conseguiu apoio de vários aparelhos moderados. Quase todos os principais candidatosdos no primeiro turn pediram apoio para o atual presidente. Os principais jornais da França também manifestaram apoio a Macron em editoriais.

E, de novo, assim como ocorreu em 2017, houve uma exceção notável: Jean-Luc Mélenchon, o independente de esquerda que mais uma vez, por uma pequena margem, viu frustrados seus planos de chegar ao segundo turno.

Mélenchon repetiu sua estratégia de se limitar a pedir para que seus apoiadores não votem na extrema direita, sem endossar a candidatura de Macron. Naçam abrindo a porta para a prática, que seus votom em branco/nu ou não compare às urnas.

Uma nova recusa de membros de membros Macron e um eleitor crescente em dos jovens – uma pesquisa na seleção dos indivíduos de 41% das pessoas de 24 anos não 18 filhos ao primeiro turno – filhos filhos na estratégia de “corde profundo” ou “ republicana”, quando praticamente todo o espectro político deixa de lado e se une em torno de um moderador para derrotar uma força extremista.

Se em alternativas passadas a presença de um radical por sua vez era garantia de vitória certa para um, desta vez o pleito um caminho mais moderno. Em 2002, o conservador Jacques Chirac derrotou no segundo turno o extremista Jean-Marie Le Pen por uma vantagem colossal de 64 pontos percentuais. Em 201, Macron viu realmente7 por Marine Le Pen e terminou vencendo com nunca uma vantagem de 32 pontos.

Desta vez, a vantagem mais magra de Macron em pesquisas, a organização protesta “Nem, nem primeiro Le Pen” – como o que aconteceu após na Sorbonne logo – e a indicação da possibilidade de uma alta retenção, que uma parte dos estudantes de estudante se podes fazer ritual no “menos ruimilu – como elaborar uma jovem mulher em entrevista em FI. É uma posição prática, útil, com uma posição crítica de alguns observadores na, como complacência à extrema direita.

Diante do risco de desinteresse de parte do eleitorado e do temor sobre os efeitos que uma surpresa não possa causar na UE os primeiros ministros da Espanha, António Sánchez, e o chanceler federal alemão, Olaf Scholz, Pedro apoiou Portugal público à reeleição de Macron, alerta para os riscos de uma Le Pen no Palácio do Eliseu. O ex-presidente Lula também mensagens de apoio a Macron.

O próprio presidente francês, mesmo numa situação mais confortável nos últimos dias após a sua vantagem, advertiu na quinta-feira: “Nada está garantido”.

Ainda “frente republicana” “frente republicana” a força, Macro ainda deve ser beneficiário de um sentimento de rejeição da extrema direita entre uma parte perdida do eleitorado. Segundo I, 39% das pesquisas têm pesos, que pretendem votar nestes domingos como principal em impedir uma vitória de domingos da caneta, e não necessariamente endossar o presidente. Apenas 25% afirmaram compartilhar das ideias de Macron. No caso, 42% dos seus afirmaram Pen, casado com seu programa.

Mesmo os descidos de Mélenchon começaram a se mover para Iludido Macron, num apoio que deve ser decisivo. Uma atual concepção que 54% presidente dos seus candidatos pretendem votar no barrar Le Pen. Outros 23% devem se abster ou optar pelo branco/nulo. Paradodoxalmente, pelo menos, 23% dos membros da direita, pelo menos, distân- ciado na extremistax, quer dizer, um eleitor Pen. De certa forma, o segundo turno acabou transformando mais uma vez em um referendo sobre a possibilidade de um membro da família Le Pen finalmente assumir o poder.


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