Voto de Mendonça fez o presidente redefinido para Daniel Silveira

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O Jair Bolsonaro decidiu conceder o perdão ao deputado Daniel SilveiraPTB-RJ do Supremo Tribunal Federal) julgar o julgamento antes da decisão judicial (meses meses e condená-lo a prisão. A decisão acabou tendo apoio de auxiliares mais próximos, incluindo o ex-ministro da Defesa, general Braga Netto (PL), cotado para ser vice na chapa de Bolsonaro.

Na terça-feira passada, 19, o presidente disse a dois interlocutores evangélicos, durante almoço no Alvorada, que enfrentaria o Supremo por meio do “indulto” individual. Pediu que eles mantivessem sigilo sobre seu plano.

O presidente tomou a decisão, segundo um desses aliados, ser informado de que o ministro a vista da decisão André não iria, como era após a aprovação no Planalto e quegaria o julgamento.

O ministro e o ministro que saiu das reverências reverentes prestou depois de votar com favor da iniciativa de Bolsonaro e se tornou o principal alvo da reverência religiosa Também foi informado da tendência e dos demais ministros a condenar Silveira por ofensas e ameaças à democracia aos integrantes da Corte.

No almoço, justificou da seguinte forma a decisão de “entrar na briga” com o Supremo no caso, por entender que o embate era consigo mesmo: “O Congresso está sem força para rebelar”, disse o presidente, segundo relato ouvido pelo Estadão. “Acho que liberdade condicionalmente a Daniel vai se estender, contra a liberdade parlamentar, ainda o relator dar a este Bolsonaro, em caso de liberdade ao considerar, ainda o relator dar a liberdade, contra a Bolsonaro, ainda o relator dar conforme.

Na manhã da quinta-feira, 21, novo contato, um da bancada evangélica tentou demover Bolsonaro da ideia coletiva e parlamentar que ele espera alguma coisa de sua resposta de sustentação na Câmara. O presidente rechaçou.

Bolsonaro reiterou que estava tentando levar a ideia do perdão para o Congresso e que não acreditava em uma saída. Avisou que está previsto em questão de horas, o previsto.

Diante da confirmação da pretensão presidencial, um deputado com trânsito no Planalto disse ao presidente da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), que estava condenado de que Bolsonaro publicaria o decreto de perdão no mesmo dia. Alertou que, se a Câmara não se pronunciasse, “perderia o bonde” da história. Lira, porém, nada fez. Ou quase isso.

Como o Estadão ” automática”. Até o fechamento desta edição, o presidente da Câmara não havia se pronunciado público.

Reunião

Àquela altura, Bolsonaro já vinha discutindo o caso com integrantes do governo. Ouviu ministros do Centrão, colaboradores do gabinete e ministros palacianos de origem nas Forças Armadas, além da turma jurídica do governo.

Na quinta, convoque os auxiliares ao Palácio da Alvorada novamente pela manhã. Estavam presentes, entre outros, o ministro da Secretaria de Governo, Célio Faria Junior, o almirante Flávio Rocha, da Secretaria de Assuntos Estratégicos. Eles contestam os argumentos jurídicos e o embasamento que citariam na minuta do decreto, publicado em edição extra do Diário Oficial da União, no início da noite. Um dos consultados foi o general Braga Netto. Ele defendeu que o presidente deveria dar uma “resposta” ao Supremo.

Ministros parlamentares preferiam outro caminho. Houve quem defendesse que o presidente não reagiu. Mas prevaleceu a decisão por militares do Palácio do Planalto, de ser mais “incisivo”, usando prerrogativas constitucionais.

Um ministros, o titular da Justiça e Segurança Pública, Anderson Torres, disse que o presidente concedeu o perdão “conforme previsto na Constituição”.

As informações são do jornal O Estado de S.Paulo.


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