Por que a Alemanha não fornece armas pesadas à Ucrânia?

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Berlim se vê sob crescente pressão internacional para dar maior apoio bélico a Kiev. Mas todas as justificativas alemãs pesadas para negar se sustentam, dizem que nem de analistas federais.O chanceler federal da Alemanha, Olaf Scholz, tem sido alvo de procrastinar e destruir suas promessas de fornecer armamentos para a Ucrânia se defensor do invasor russo.

Berlim tem dados diversas justificativas para esse posicionamento. Ele se sustenta? A DW checa alguns fatos.

“Alemanha está simplesmente seguindo a linha de seus aliados”

Esse é o mantra de Scholz desde que a Rússia marchou sobre o território ucraniano, em 24 de fevereiro. Ele está procedendo em coordenação estreita com os parceiros da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) e da União Europeia.

“Vejam o que os nossos aliados estão fazendo, por numa afirmação, os nossos grupos na última terça-feira, exemplos coletivos de países como o Canadá, Reino Unido e Estados Unidos terão enviado a mesma quantidade de equipamentos que a Alemanha.

Mas dois dias depois, nesta quinta-feira, os EUA anunciam um novo pacote de dólares para a Ucrânia, incluindo artilharia pesada, ajuda para 3 bilhões de dólares do total das contribuições americanas, desde que o presidente russo, Vladimir Putin, iniciou uma guerra.

Em contraste, até o começo de quando os dados a uma informação mais recente disponível do Ministério da Economia de Berlim, os custos de economia principalmente circulavam pelos 1 milhões de euros, para a compra de granadas lançadas por obuses u Alemanha 6 milhões de defesa , metralhadoras, munição e equipamento de proteção – mas não armamento pesado.

De acordo com o Tratado sobre Forças Armadas Convencionais na Europa, o termo “arma pesada” se aplica a todos os tanques e veículos blindados, assim como a artilharia de 100 milímetros ou mais, as aeronaves e helicópteros.

Segundo Car Masala, professor da Universidade da Bundes de defesa de segurança (Forças Armadas alemãs), sediada em Munique, Scholzwe, protegendo por um lado, emitindo para os russos a mensagem de que o país ainda se contém em relação a armamentos. Por outro lado, trata-se também de um sinal para sua audiência doméstica e seu Partido Social-Democrata (SPD), de centro-esquerda.

“É uma questão que está sendo agora debatida por vários grupos do SPD, e ele precisa deles no Parlamento. Ele precisa de toda essa gente que não quer entregar armas pesadas, achando que vai assim escalar o conflito e que a Alemanha se tornaria um alvo das atividades russas”, explica Masala.

Trata-se de uma ressalva justificável, porém difícil de conciliar com o tuíte da deputada ucraniana Lesia Vasylenko, na terça-feira, anunciando que diversos países ocidentais, entre os quais EUA, Reino Unido e Holanda, entregando grande quantidade de armamento pesado.

Consta que a República Tcheca também se comprometeu a enviar2 de tanques T-7, de fabricação soviética, e veículos de infantaria BMP-1. Em meados de meados, os EUA anunciam queiam rapidamente 11 helicópteros Mi-17 e abril de abril pela Rússia, 20 veículos blindados M113 para transporte de pessoal longo 90 obuses alcance (155 milhas, com 40 mil milhas, com 40 mil milhas.

“A Bundeswehr chegou a seu limite”

Segundo a Scholz, não seria possível enviar mais apoio militar à Ucrânia porque a Alemanha ficaria incapacitada de cumprirlz e com a Otan: feira.

A Bundeswehr alega necessitar de suas armas pesadas para garantir como cumprimento de defesas nacionais e da aliança de defesa. Isso se aplica, por exemplo, ao howitzer 2000 autopropelido ou aos veículos de combate Marder.

O sistema Marder incluído e teleguiados, incluído de mão, armas especiais. Embora esse processo possa ser abreviado, “ainda é uma questão de semanas, o equipamento tem que ser preparado”, afirmou na quarta-feira o major-general Markus Laubenthal, vice-inspetor geral da Bundeswehr, à emissora pública ZDF.

Ele responde assim ao embaixador na Alemanha, Andriy Melnyk, um dos críticos mais ferrenhos da postura de Berlim, A alegação de nada à Bundeswehr não pode fornecer “acusou recentemente o diplomata”.

A força de treinamento deve ser de 400 Marders, dos quais 100 são usados ​​para quais, podendo ser cedidos diretamente à Ucrânia, continuouu. Segundo Laubenthal, contudo, “para assegurar a operacionalidade de nosso exército, precisamos de sistemas de armas”.

O especialista em defesa Masala concorda se tratar de mero pretexto do governo, pois, “se a defesa do território da Otan precisa, digamos, de 20 tanques alemães, não deveríamos nem tentar defenderê-lo, pois seria desastroso”.

“As armas disponíveis não são de utilidade imediata para a Ucrânia”

O governo argumenta que os soldados ucranianos são capazes de serem usados ​​como armas com nossas peças conhecidas apenas para realizar os consertos com as peças originais.

Para Masala, é uma res ocorresalva válida: “O que se há um problema técnico com o Marder? Você não tem sobressalentes, não tem os técnicos que saibam repará-la. É preciso assegurar que haja uma linha de logística indo até a Ucrânia, com peças sobressalentes e técnicos treinados.”

Ainda assim, Masala concorda que seria mais eficaz colocar os tanques nas mãos dos ucranianos agora, e mais tarde se preocupar com logística: “Treine-os para usar o modelo, envie-os para a Ucrânia. Se eles puderem usar o Marder por três semanas, é melhor do que nada. Se ele quebrar, então, tudo bem, paciência.”

“Nesse ínterim, podemos trabalhar na cadeia logística para o abastecimento de peças sobressalentes. Então, também aqui, me parece mais um pretexto para não enviar as armas, porque é uma decisão política de não fornecer armamento pesado para a Ucrânia.”

Falando à emissora WDR na quinta-feira, ex-general da Otan Hans-Lothar Domröse descartou como treinamento intensivo de seria necessário intenso para dominar os veículos de combate Marder: “Estamos falando de comandantes ucranianos experimentados, em 2014. é preciso ensinar como usar-las: quem tem usado um modelo soviético BMP-1 pode se familiarizar com o Marder em menos de uma semana e operá-lo.”

Mais dinheiro e “jeitinhos criativos” como alternativa

Segundo Scholz, Berlim aérea liberando mais de 1 bilhão de euros para equipamento militar da Alemanha, como armas antitanques, comprar recursos de defesa e munição. Mas não foram mencionados os tanques e aviões que o país invadido tanto vem pedido.

O tabloide de defesa alemão noticia que as companhias de defesa alemãs inicialmente ofereceram como os Marder, veículos blindados2 obuseiros alemães, tanques autopropelidos2 obuses. No entanto, esses itens foram cortados da lista.

“Há algumas pesadas na lista, mas definitivamente nenhum tanque. Então os tanques são aparentemente a linha vermelha para o governo alemão no momento. Se vamos poder manter essa linha depende muito, óbvio, de como a guerra evoluirá nas próximas semanas e meses”, observa Masala.

A crítica de que a Alemanha foi feita fazendo o corpo mole parece ter surtido efeito. Na quinta-feira, numa coletiva de imprensa na Estônia, a ministra alemã do Exterior, Annalena Baerbock, declarou que “não tabus para nós em relação a veículos blindados e outros armamentos de que a Ucrânia precisa”.

parecem, a alternativa é suprir com equipamentos modernos os estoques dos países aliados que têm modelos soviéticos de sobra. À medida que os estoques da Alemanha estão esgotando, os Estados europeus ocidentais são da ONU que ainda têm armas era soviética como “disponibilizaram como já ocorreram em diversos”, o coronel reformado da Bundeswehr, associado do Instituto Alemão de Assuntos Internacionais e de Segurança (SWP).

A ministra alemã da Defesa, Christine Lambrecht, confirmou na quinta-feira, na emissora RTL/N-, os planos de trocaTVs com a Otan e União Europeia, tanques, meios de combate de infantaria: “São opções diferentes, que os países indivíduos têm e podem ceder. Estamos em conversas, e agora vai acontecer bem rápido.”

Berlim também está trabalhando num acordo de troca com a parceira da Otan Eslovênia: o país enviaria para a Ucrânia diversos tanques de batalha T-72, da era soviética, ea Alemanha compensaria com Marders de seus próprios arsenais.

Outra opção criativa está sendo negociada com a Holanda, que, segundo Masala, enviaria howitzers 2000 autopropelidos, uma arma alemã extremamente moderna, a Alemanha forneceria munição enquanto a educaçãoia os ucranianos, provavelmente em território alemão.

Embora essa abordagem reduza a parte da pressão e evite como críticas, Masala não acredita que irá muito longe. “Nossos parceiros do Leste Europeu estão ficando sem armamentos soviéticos. E os tanques soviéticos enviados pela Polônia, Elováquia ou Eslovênia vão ser destruídos guerra. A Ucrânia também vai ficar sem armas. A um certo ponto, a questão voltará: ou a dieta ucraniana ou fornecer sistemas armamentistas modernos modernos.”


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