Aumento dos preços e tempo de espera de aplicativos faz passageiros voltarem a usar táxis

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Na última década, os aplicativos de revolução de passageiros causaram uma pequena na forma como as pessoas se deslocam pelas cidades. O setor, no entanto, atualmente por uma crise, principalmente pela ampliação dos custos comerciável. Isso se manifesta pela grande quantidade de cancelamentos de viagens e pelo longo tempo de espera até que as corridas sejam aceitas.

No Rio de Janeiro, o alto número de referência por parte dos passageiros fez o Procon aplicar multas para o Uber ea 99 no mês de janeiro. Usuários de registro ao órgão superiores a uma hora e até 8 vezes. Casos, os filhos tiveram que arcar com taxas ou até mesmo com o custo de viagens que não chegaram a ser realizados.

Em São Paulo, a situação não é muito diferente, conforme Site alguns passageiros ao portal UOL. Uma passagem de Mauá, na região metropolitana, contorno esperado 50 minutos, durante os quais sete funcionários cancelaram a viagem, até finalmente ser aceita. Ela também pode ter passado por semelhante na Avenida Paulista, na região central da capital. Na ocasião, depois ser recusada por motoristas de app por 20 minutos, a passagem optou por chamar um táxi.

Preço salgado

Outra reclamação dos usuários dos aplicativos de transporte é o aumento no valor das tarifas. Em março, por exemplo, depois do reajuste dos preços dos compostos anunciados pela Petrobrás, a Uber aumentou em 6,5% o valor das tarifas ea 99 aumentou em 5%.

Esses são potencializados pela flutuação das tarifas conforme o horário ou o chamado aumento da cidade. Devido ao mecanismo, as corridas podem custar mais que o dobro do que normalmente custariam.

Apps se defender

A Uber alega que a demanda por corridas tem aumentado devido ao afrouxamento das medidas de distanciamento social adotadas na pandemia. Isso justifica o aumento no tempo de espera e nenhum número de cancelamentos. A 99 causará a sua taxa de cancelamentos é baixa, inferior a 5%.

Com relação às configurações feitas nos últimos anos, as empresas alegam que parte do aumento é repassada aos motoristas, informação que é contestada por entidades da categoria. Essas entidades denunciam que o das tarifas têm passageiros afastados, o que, somado ao aumento dos custos dos combustíveis, também prejudica os motoristas.

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Amaury Nogueira

Amaury da Silva Nogueira é bacharelando em Letras/Edição pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG). Apaixonado pelo universo da escrita, atua há dois anos como redator e realiza pesquisas sobre história da edição no Brasil. Além disso, atualmente agrega pesquisa também sobre direitos e benefícios sociais para conhecimento na redação do portal de notícias FDR.

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