Ipespe: Lula atinge 45% das intenções de votos; percepção de que brasileira está no caminho certo chega ao maior valor desde janeiro de 2021

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A nova rodada da pesquisa Ipespe mostrou que o ex-Lula (PT) atingiu 45% das intenções de voto estimulada entre os candidatos à Presidência. Esse foi o maior percentual da pesquisa a partir de janeiro de 2020. Esse foi o maior percentual da pesquisa a partir de janeiro de 2020 e representa um aumento de 1 ponto percentual em relação ao primeiro levantamento de abril, como intenções de voto de Lula chegando a 44% .

Movimento semelhante também foi visto com a intenção de voto do presidente Jair Bolsonaro (PL), que teve uma leve alta de 30% para 31% entre o primeiro e o segundo levantamentos feitosnese mes.

Atrás deles, ficou o candidato Ciro Gomes, com 8% das intenções, abaixo dos 9% registrados na pesquisa anterior. Na sequência, estão João Doria com 3%, mesmo percentual do último levantamento. Em seguida, vem André Janones que registrou o primeiro aumento, ao passar de 1% para 2% de aumento e Simone manteve os 2 primeiros estudos de abril.

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Fonte: Ipespe

Os demais candidatos foram citados na pesquisa, mas não chegaram a 1% das intenções de voto. O estudo foi feito com 1 mil anos de anos, a partir de todas as regiões do país, entre 18 e 20 abril. As entrevistas foram feitas por telefone e o levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR 05747 2022.

A margem de erro máxima estimada é de 3,2 pontos percentuais para mais ou para menos, com um intervalo de confiança de 95,5%. Ou seja: se a pesquisa fosse realizada 100 vezes, em 95 delas, o resultado ficaria dentro da margem de erro.

Fonte: Ipespe

Pesquisa espontânea

Na espontânea (quando o eleitor aponta seu candidato sem que nomes sejam apresentados pelo pesquisador), Lula permanece à frente com 38%, contra 36% no primeiro levantamento de levantamento. Esse é o maior percentual já recebido pelo candidato do PT.

Já Bolsonaro oscilou um ponto para pesquisa, e agora tem 28%, também a mais alta desde o início da pesquisa, em janeiro de 2020.

Fonte: Ipespe

Ciro Gomes vem em seguida, com 4%, depois Sergio Moro, João Doria, André Janones e Simone Tebet na sequência, com 1% cada um. Eduardo Leite e Felipe D’Avila foram citados, mas não chegaram a alcançar 1% das intenções de voto na pesquisa espontânea.

Não sabemos ou não responderam somaram 19%. Já brancos, nulos ou nenhum foram 7%.

segunda rodada

Em 20 cenários hipotéticos de segundo, Lula aparece com 54% dos votos, 54 pontos à frente de Bolsonaro que marca 3%. Na prática, houve manutenção da vantagem vista dez dias, quando a diferença entre ambos era de 53% vs. 33%.

Na simulação em que o controle de Lula é Ciro Gomes, o petista vence por 52% e 24%. Já contra João Doria, o ex-presidente tem vantagem de 36 pontos percentuais, marcando 55% a 19%.

Nas outras duas simulações de segundo turno com duas simulações de Bolsonaro para pesquisa, o Presidente perde para Ciro Gomes por 46% a 38%, e tem uma pequena vantagem (dentro da margem de erro) contra João Doria, de 39% a 38%.

Percepção sobre a economia e avaliação doGoverno

Economia, como reserva o inflacionários sigam corroendo boa parte do poder de compra dos brasileiros, serão questionados se a caminho certo ou errado no momento.

Esse foi o percentual visto de janeiro de 2021, quando 34% dos maiores deferram que a economia do país estava no caminho certo. Por outro lado 62% dos erros, entendeu que o caminho está errado. O restante (7%) não sabe ou não respondeu.

Chama a atenção o fato de que boa parcela de emprego também acredita que a chance de manter grande ou grande nos próximos meses. Essa foi a resposta de 66% dos ouvidos pelo levantamento. Trata-se do maior percentual já registrado desde novembro de 2018, ou seja, quando essa pergunta passou a ser feita.

Em contrapartida, 24% dos pequenos podemferram que essa chance é muito pequena. Já 7% não sabem ou não respondem e 3% respondem que ninguém na família está trabalhando.

Ao serem questionados sobre a provação do Governador Jair Bolsonaro, 34% dos participantes responderam que aprovam oGoverno, contra 62% de pessoas que desaprovam. Esse foi o maior percentual de recebimento a partir de 202 de junho de 202. Os 4% resantes, por sua vez, não sabem ou não respondem.

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