Dólar salta 4%, maior alta desde o início da pandemia, e fecha acima de R$4,80 com tempo global sobre juros, maior desde 2020

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Por José de Castro

SÃO PAULO (Reuters) – O dólaru nesta sexta-feira, registrando a maior alta percentual diária desde o começo da pandemia de Covid-19, em março de 2020, em sessão em que chegou a flertar com cotação de 4,84 reais .

O dia foi forte de posições no câmbio, o dia foi forte de posições no câmbio, o que foi ajustado pelo nervosismo lá fora a catapultura máxima de dois anos ajustados, por recebimento de um aperto de nervos ainda mais atualizado nos EUA.

No entanto, a economia econômica das economias brasileiras, mantidas precariamente ocupadas no funcionamento, não afetará também os investidores brasileiros, que serão considerados como afetados, a estudar, com destino a afetar também os investidores políticos, precários e precários, não preocupados com o impacto do Brasil, no entanto, tendo o impacto limitado no curso.

O dólar já estava em patamar inicial da tarde, mas sua elevação galgando novas máximas, o que deixou o real em posição ainda pior em relação a pares. A contínua escalada foi resultado do acionamento de uma série de ordens de contenção de perdas (“stop-loss”) por operadores.

A moeda, então, tocou 4,8395 reais, alta de 4,78% e cotação máxima do dia. Foi então que o Banco Central entrou em cena e anunciou o leilão de venda de dólar spot do ano. O Bacen não existiu no mercado à vista 5711 de milhões de dólares, o que mantém o dólar afastado dos picos intradiários.

“Subir uns 2%, 2,5% normal, mas a partir de então começou um problema de liquidação, até o BC começou a entrar em liquidação”, o Marco estava de entrar a partir de então, até o início do curso, o chefe de contabilidade do Travelex Bank.

“O ‘trade’ estava muito carregado em real, foram semanas, meses de entradas na moeda. Mas na hora da saída a porta é sempre pequena, é sempre assim”, completada.

O dólar chegou ao fim do preço no mercado à vista com alta de 4,07%, a 4.8065 reais. É o maior valor 24 de março passado (4.8311 reais) e o mais forte alta percentual diário desde 16 de março de 2020 (+4,86%).

Na semana, a moeda saltou 2,34%, maior ganho desde a semana finda em 19 de novembro de 2021 (+2,81%).

A alta desta sexta foi tão expressiva que reverteu a queda do dólar no mês. A agora moeda sobe 0,92% no acumulado de abril –até a sessão anterior, acumulava baixa de 3,03%.

Lá fora, o índice do dólar frente a uma cesta de divisões fortes tinha nova e forte alta e renovou picos em mais de dois anos. Na outra direção, um índice de moedas emergentes sofria a maior baixa em mais de duas semanas e desceu ao menor patamar em um mês.

Wall Street despencou, caiu e as taxas oscilaram dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos, com investidores cada vez mais nervosos com a profusão de falas de autoridades de política corrigida pela necessidade de altas mais dilatadas dos juros. [.NPT]

Os comentários que mais chamam a atenção foram do chefe do BC dos EUA, Jerome Powell, que na quinta-feira foi claro ao dizer que uma alta porcentagem de 0,50 pontos não juraria “sobre a mesa” quando o Fed se reunir em 3 e 4 de maio para aprovação do próximo que deve ser uma série de aumentos de taxas neste ano.

Juros mais elevados nos mercados norte-americanos podem drenar hoje fluxos de capitais americanos, como o Brasil mais altos de risco norte-americanos.

Isso, aqui, Banco Central, parece mais próximo acontecer. Profissionais de marketing do dia a impressão que o presidente do Bacen procura e colaborou para o mal- do mercado.

“O resultado dessa postura ‘O pior do problema é o resultado dessa tendência de pior para o último procedimento inflacionário, ante o choque inflacionário das décadas que só vaiar o processo inflacionário’. O banco central está plantando a torcida e ele está desancorando as expectativas da inflação, inclusive das longas financeiras”, disse um gestor de uma grande instituição financeira.

“O BC está claramente acrescentando vol (volatilidade) no mercado, além do externo. O externo acho que continua gerando mais vol. Quanto ao BC, está na mão dele fazer isso ou insistir na estratégia”, finalizou.

Apesar da magnitude da alta do dólar nesta sexta, os analistas ainda veem, do ponto de vista do fundamento, motivos para a recuperação real.

“Essa alta pode dar ponto de entrada para novos”, disse Joaquim, na JPP Capital, acrescentando que o ambiente global “no fluxo deve comparar o Brasil”, uma vez que os preços das commodities seguem e o diferencial de juros a favor do real é “muito grande”.

Marcos Weigt, do Travelex Bank, acredita que a semana que vem permitir uma avaliação mais precisa sobre se o comportamento mais arisco do mercado poderá ser tendência ou não.

“Se o movimento de ‘sell-off’ (venda generalizada de ativos) continuar na semana que vem, o pode ir tranquilamente por 5 reais. Mas é difícil falar que a janela se fechou. Continuamos sendo bastante atrativos, o investidor em emergentes não tem muitas opções no mundo”, finalizou.

Em 22, o 13 tração a 2,076% do valor.

(Edição de Isabel Versiani)


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