Após Guarapuava, deputada propõe aumentar pena por roubo com explosivo

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O ataque a uma empresa de transporte de valores em Guarapuava (PR), na noite de domingo (17/4), já rendeu ao menos um projeto de lei na Câmara dos Deputados.

Policial militar licenciada, a deputada Katia Sastre (PL-SP) apresentou uma proposta para aumentar a pena para o crime de roubo com uso de explosivo ou arma restrita, como ocorreu na cidade paranaense.

Protocolado na segunda-feira (18/4), o projeto prevê que o o tempo de prisão para quem assaltar utilizando armamentos deste tipo passará a ser de 15 a 30 anos, além de multa. Hoje, é de 4 a 10 anos de reclusão.

“Na última madrugada (18/4), vimos nos noticiários a ação de bandidos contra uma empresa de transporte de valores na cidade de Guarapuava, no interior do Paraná. A atuação desses criminosos se aproxima a filmes hollywoodiano, tamanha a ousadia desses grupos. Não só os moradores dessa cidade, mas o Brasil inteiro, ficaram perplexos e indignados com a ação criminosa perpetrada”, justificou Kátia Sastre no projeto.

A própria deputada federal admite, no entanto, que o remédio proposto por ela já foi utilizado e não funcionou para impedir roubos com explosivos.

Em 2018, por causa de crimes semelhantes ao praticado em Guarapuava, a Câmara aprovou o substitutivo do então deputado Alberto Fraga (PL-DF) que aumentou a pena para o uso de explosivos em crimes de roubo.

“Mesmo com o agravamento ocorrido em 2018, os meliantes parecem não ter se intimidado com a lei, retornando, numa mesma semana, a cometer roubo utilizando-se do mesmo modus operandi do passado”, diz Kátia Sastre.

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