Pela primeira vez, astrônomos observam uma explosão “micronova”

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Um fenômeno apelidado de “micronova” foi observado pela primeira vez por um tempo de astronomos da Universidade Durham, no Reino Unido, o que rendeu hum papel detalhando a ocorrência da explosão estelar.

Segundo o texto, os especialistas usaram o poderoso Telescópio muito grande (“Telescópio Muito Grande”), do Observatório Europeu do Sul (ESO), que é capaz de oferecer uma micronova – apesar do nome – tem hipóteses equivalentes de: em termos comparativos, ela foi capaz de liberar ou equivalente a 3 horas de Pirâmides de Pirâmides de material estelar.

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Uma impressão artística pode ocorrer como um sistema de micronova em um ponto isolado de uma estrela em um binário
Uma impressão artificial pode ocorrer como um sistema de micronova em um ponto isolado de uma estrela presa um binário (Imagem: Durham University/Reprodução)

“O fenômeno desafia nosso entendimento de ocorrência como termonucleares em estrelas. Nós pensamos nesse assunto, mas esta nova descoberta é um caminho totalmente novo para se chegar a elas”, Simone Scaringi, autor disse primário do grupo e astrônomo afiliado à instituição britânica.

Segundo o estudo, uma explosão de micronova é poderosa em força, mas pequena em escala: ela exclusivamente em anãs brancas, tipos de estrelas mais ou menos com a mesma massa do Sol e que chegaram ao final de suas vidas sem “supernovas” e, portanto, sem massa suficiente para dar origem um buraco negro ou a uma estrela de nêutrons.

A forma como uma micronova ocorre vem de um processo relativamente semelhante às novas comuns: uma anã branca dentro de um sistema binário (onde duas estrelas estão ligadas uma à outra) material “rouba”, hidrogênio – de sua companheira, e conforme esse gás roubado entra contato com a superfície da anã branca, os átomos principais se fundem e se tornam hélio, de forma bem explosivo.

A diferença está na velocidade ocorrência: micronovas são explosões bem mais rápidas.

“Pela primeira vez, nós observamos uma vez como a técnica de hidrogênio também pode ocorrer de forma localizada”, disse Paul Groot, astrônomo da Universidade Radbound e co-autor do estudo. “O hidrogênio pode ser contido na base dos pólos magnéticos de algumas áreas brancas, então a construção só acontece nessas”.

“Isso faz que essas bombas de micro fusão detonem com mais ou menos um milionésimo da força de uma nova comum, daí o nome ‘micronova’”, ele continua. “Apesar do nome de pequenotar com a ideia de algoilhões, não uma explosão pode queimar 20 quilogramas [kg] de material rapidamente”.

Agora, o tempo quer continuar observando anãs brancas com o objetivo de encontrar mais, aprofundando os conhecimentos sobre mais um tipo de explosão estelar. O papel sobre uma micronova está disponível na revista científica Natureza.

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