Micronova: cientistas identificam nova categoria de explosão estelar

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Fato: o espaço um lugar mais estranho do que é imaginar. Um grupo de astrônomos diferentes eventosrajadas termonucleares nos polos de estrelas anãs um que está sendo formado como três uma “micronova“, uma nova categoria de explosão estelar.

Segundo os cientistas, a micronova pode ser uma ocorrência bem comum no Universo, mas de difícil detecção de tempo, o que explicaria não ter sido identificado antes.

Representação artística de sistema binário, formada por uma anã branca, roubando materiais (geralmente hidrogênio) da estrela vizinha;  esses materiais desencadeiam a explosão em micronova (Crédito: Reprodução/European Southern Observatory)

Representação artística de sistema binário, formada por uma anã branca, roubando materiais (geralmente hidrogênio) da estrela vizinha; esses materiais desencadeiam a explosão em micronova (Crédito: Reprodução/European Southern Observatory)

Uma anã branca é por si só um sub, o que sobrou de uma estrela mais antiga que não tinha massa suficiente para explodir em uma supernova, tendo evoluído para uma gigante vermelha ao longo de milhões de anos. Depois de muito mais tempo, suas camadas externas se expandem na forma de uma nebulosa planetária, restando apenas seu núcleo, com massa equivalente à do Sol com um tamanho próximo à Terra.

Uma fase muito branca, aliás, é o destino do Sol a tempo, mas até lá muito branca, não haverá mais estrela Terra, que terá engolido de gigante vermelha, mas daqui muito divago.

Tecnicamente, uma anã branca é um corpo celeste, mas extremamente densa, sustentada pelo peso dos elétrons em seu interior, visto que não há mais processo de fusão ou queima de hidrogênio, assim, sua energia irá irradiar toda e dissipar, deixando para Um corpo celeste trás uma aula uma negra, simplesmente porque o tempo chegará nessa idade do Universo, em algumas vezes atrasadas vezes.

Isso não quer dizer que uma anã branca não testemunhe alguns eventos interessantes em seu longo período de existência. As novas, extensões conhecidas há séculos, são o resultado do processo de acre em um sistema binário, no que uma das estrelas evoluiu para uma gigante vermelha e posteriormente, para uma anã branca.

Esta, por ser densa, começa a capturar materiais da estrela muito próxima, e esse acúmulo levaria à reinado da queima de hidrogênio. A partir daqui, duas coisas poderão acontecer: uma nova, uma explosão de menor porte sobre a superfície, ou o processo de queima dos eventos sem controle, desencadeando os eventos para o segundo cenário em que acontecerá uma supernova, para uma estrela de nêutron ou um buraco negro, ou podem até acontecer um pulo de etapas.

O que seria a micronova então? O evento, observado pela primeira vez por um tempo de pesquisador da Universidade de Durham, no Reino Unido, é bem menos energético do que uma nova, e localizado nos polos de uma anã branca. Em uma nova, uma explosão ocorre sobre toda a superfície do astro moribundo.

O resultado são poucos eventos extraordinários e muito rápidos, quando equivalentes ainda maior número e conhecido do Cosmos, mas, assim, a média, a um material queimado de massa de 3 horas, é assim, a uma média semelhante a um material queimado de massa de 3 horas. ,5 bilhões de conjuntos das Pirâmides de Gizé. Sim, todas as três.

Segundo o prof. Dra. Simone Scaringi, dos coautores do estudo, a descoberta de uma micronova mostra “o quão coisas funcionam o um universo é”, preenchidas de novas a serem descobertas A descoberta só foi possível ao analisar os dados do satélite TESS da NASA (Transiting Exoplanet Survey Satellite), dedicada à busca por exoplanetas, buscando variações no brilho de estrelas, indicando a presença de planetas.

O TESS 3 acontecem em horas que se assemelham a novas, mas ao invés de durarem semanas, como geralmente o espaço de eventos, no que 2 deles se confirmam virem deãs brancas. A seguir, o time do Dr. Scaringi use o VLT (Very Large Telescope) do ESO, aquele projeto do qual o Brasil foi chutado por não pagare confirmou a mesma origem para o terceiro evento, no que acabou nomeando-os como micronovas.

Um estudo por acessório estipulou uma explicação para que uma micronova ocorra de forma localizada nos polos. Nos casos observados, as brancas possuem campos magnéticos bastante fortes, e material de criação dessa forma, capturados da estrela próxima é direcionado para as proximidades, onde é detonado.

De acordo com o prof. Dr. Paul J. Groot (sim, ele é), do Departamento de Astrofísica da Universidade Radboud de Nijmegen, Holanda/Países Baixos (é complicado), como micronovas grandes que podem ser comparadas com o tamanho de uma nova, e nem se encontram localizadas por serem um tamanho de uma nova, e nem se encontram localizadas a uma supernova. .

Esse será o desafio daqui por diante, pois conforme o modelo, pois micronovas podem ser eventos bastante corriqueiros no Universo, mas dadas como escalas, elas são minúsculas e duram muito pouco tempo para serem observadas.

Referências Bibliografias

SCARINGI, S., GROOT, PJ, KNIGGE, C. et ai. Explosões termonucleares localizadas de anãs brancas magnéticas. NaturezaVolume 604, edição 7.906, 4 páginas, 20 de abril de 2022. Disponível em http://dx.doi.org/10.1038/s41586-022-04495-6.

SCARINGI, S., GROOT, PJ, KNIGGE, C. et ai. O desencadeamento de micronovas através de acreção confinada magneticamente flui em anãs brancas em acreção. Avisos mensais da Royal Astronomical Society: Cartas2022, slac042, 5 páginas, 20 de abril de 2022. Disponível em https://doi.org/10.1093/mnrasl/slac042.

Fonte: Observatório Europeu do Sul

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