Delegados da PF discutem atividades paralisadas

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Insatisfeitos com os 5% anunciados pelo governo a título reajuste para todo o funcionalismo, os delegados da Polícia Federal anunciaram ontem a aprovação de um pacote de medidas – que inclui a possibilidade de paralisação das atividades – em missão ao que chamam de “clara o” ” governador do Jair Bolsonaro com relação à carreira da corporação.

Entre o delegado de ações pela classe estão a receber, para que os delegados não realizem viagens em missão sem o pagamento prévio de e o envio de ações ao-geral da PF, em 3 dias, ele esta compensação ou compensação do sobreaviso da classe.

Junto com a Federação Nacional dos Policiais Federais e outras entidades que representam integrantes da PF, a Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal (ADPF) vai participar dos atos das aulas marcadas para o próximo dia 28, em todo o País.

A ADPF ainda das atividades um indicativo de paralisa a ser previsto o dia 2 de maio extraordinário. Os delegados defendem uma “cobrança pública” do ministro da Segurança Pública, Anderson Torres, a partir de tal medida, caso não seja da medida provisória e direta da corporação até lá.

Os delegados se reuniram com pretensões para “expor uma necessidade de um verdadeiro compromisso que não ocorreu também com a necessidade de últimos anos”. Entre as pautas que a classe pretende levar aos candidatos ao Planalto estão a necessidade de mandatário para o diretor-geral da PF, com lista tríplice; sobreaviso remunerado; aumento dos valores das diárias; plano de saúde; estruturação de apoio psicológico; e das carreiras ministeriais.

‘Marketing’

“O compromisso da República de cumprir o compromisso público assumido por várias vezes, os funcionários da União diante da não se manter a valorização da imagem da polícia pública e da excelência da Polícia Federal como ferramenta publicitária e de marketing político”, afirmou um ADPF, em nota.

Ainda de acordo com os delegados, eles estão “frustrados” com a ideia do governo de conceder aumento geral de 5% a todos os servidores civis e militares, como acertado com o ministro da Economia, Paulo Guedes. O custo desse aumento para o funcionalismo é estimado em R$ 6,3 bilhões em 2022, ano em que o presidente tenta reeleição.

Nesta semana, o ministro Anderson Torres se encontrou com as autoridades, para tentar conter a insatisfação da classe, mas o encontro teve pouco efeito prático. Considerados uma importante eleitoral do governo, as bases recebidas recebidas a promessa de Bolsonaro de apoio das carreiras, com aumento acima da inflação, por exemplo.


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