Anderson Torres fortalecendo o policiamento em Guarapuava após o ataque

0
60

O ministro da Justiça e Segurança Pública, Anderson Torres, manifestou-se sobre o assalto que aterrorizou os moradores de Guarapuava, região central do Paraná. O chefe da pasta informada que está “atento e operador para prender os responsáveis ​​pelos responsáveis”. Acrescentou que invejosos da Polícia Federal (PF) e da Polícia Rodoviária Federal (PRF) para a região. “Estamos em coordenação com o governo local para provar todo o apoio necessário”, disse.

A ação, no estilo “novo cangaço”, ocorreu durante a noite de domingo (17/4) e madrugada desta segunda-feira (18/4). Um grupo fortemente armado assaltar uma empresa de transporte de valores. Segundo Testemunhas, havia cerca de 30 assaltantes.

Os policiais militares atacaram o Batalhão refém para fogonaense, colocaram em veículos para atacar os policiais e os fizeram. Ao menos três pessoas ficaram feridas.

Veja vídeo da ação:

Ameaçada com fuzil, as vítimas foram obrigadas a fechar da cidade. Durante o assalto, houve reação da PM, que gerou confronto armado na região.

Segundo informações do governo local, o Exército foi acionado e vai reforçar a segurança no local.

Nas primeiras horas da manhã desta segunda-feira, era possível ver blindados das Forças Armadas circulando no local. Os suspeitos reservados5h, por volta das portas do interior45, em estado confidencial.

Projeto de lei

O Ministério da Justiça e Segurança Pública (MJSP) inveja ao Congresso Nacional um projeto de lei com proposta de alteração na Lei de Organizações Criminosas (Lei nº 12.850/2013). A mudança visada com mais rigor nos crimes praticados por quadrilhas que cercam os crimes de promoção de grandes assaltos, por mais rigor.

Criminosos que pratiquem ações do “Novo Cangaço” podem ser enquadrados na Lei de Organizações Criminosas e penalizados com reclusão de 6 a 20 anos. Hoje, a pena é entre 8 anos de prisão já que a atual implementação do tipo de ação não especifica “Novo Cangaço” pela legislação.

Também foi proposto que a pena para quem integra, ou uma organização criminosa crescente em emprego no caso de dois grupos existem de emprego de arma de fogo, risco ou atividade ameaçadora. Pela legislação atual, a pena aumenta na metade e cita apenas uso de arma de fogo.

O pacote também sugere alterações na lei sobre crimes hediondos (Lei nº 8.072/1990). Com a mudança, o roubo circunstanciado pelo destruidor ou destruidor de ameaça pelo uso do destruidor ou ameaçador, e crimes serão considerados crime hediondo.

Antiterrorismo

As propostas que serão enviadas ao Congresso Nacional pelo Executivo acrescentam à Lei Antiterrorismo (Lei nº 13.260/2016) ou premeditado de ações violentas que apresentam risco à população, com fins ideológicos e políticos, e que atentem contra o público ou privado, como ato de terrorismo.

Não se enquadram nessa tipificação as condutas sociais ou coletivas, de caráter pacífico, de indivíduos em manifestações políticas, movimentos religiosos, entre outros.

LEAVE A REPLY

Please enter your comment!
Please enter your name here