Mercado de Carbono: conheça as empresas que pretendem compensar suas medidas

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A venda de créditos de carbono é o mecanismo que os países e empresas atingem com o impacto dos gases de efeito estufa que agravam o efeito estufa, os chamados G carbono, que permitem sua vez o impacto nas mudanças climáticas.

Convencionou-se que uma tonelada de dióxido de carbono (CO2) corresponde a um crédito de carbono. As perspectivas de outros gases também seguem essa conversão.

O mercado de carbono funciona para balancear – e limitar – as balance. Quem emite abaixo do proposto limitado vende esses créditos de carbono para quem emite a mais.

Apesar do mecanismo de compra e da venda de crédito de carbono durar desde meados dos anos2000 e já ser adotado por muitas empresas, ainda não há um mercado regulamentado.

A ideia era que isso ocorre durante a COP26 (Conferência das Nações Unidas sobre Mudança do Clima), realizada em Glasgow em novembro de 2021, eo avanço sobre o tema foi limitado.

Entre as, as metas longínquas, entrezerar, diminuir ou compensar as empresas anos de carbono longo dos próximos, ou carbonos próximos. Para o especialista em Economia do Meio Ambiente e professor da Universidade de São Paulo, Ariaster Chimeli, “zerar é sempre possível, mas esse custo é muito alto em termos de desemprego e perda de lucro”, por isso, a compra de créditos de carbono é a opção mais aprovada pelas empresas.

Uma das principais fontes de energia limpa atualmente é o uso de combustíveis fósseis, que são mais acessíveis do que de energia limpa para muitas.

Segundo Chimeli, essa parte porque os combustíveis fósseis têm muitos muitos dos governos do mundo inteiro, então de certa forma a diferença de todo o mundo está sendo subsidiada”.

Para Chimeli, “a compensação é uma forma de internalizar esse custociável que recai sobre o meio ambiente, o que pode ser feito com títulos negociáveis ​​ou com impostos sobre o carbono.”

No Brasil não existem leis que obriguem como empresas de compensação ou estabeleçam metas em relação à proteção de carbono do GEE. Atualmente esse compromisso é feito de maneira voluntária e sem incentivos fiscais do governo.

Segundo o CEO da startup de logística iTrack Brasil, Daniel Drapac antes de se estabelecer, “como as empresas precisam conhecer suas metas e saber qual é o impacto do ambiente que as atividades realizam no meio”.

Drapac explica que existem basicamente três formas de prevenção que sejam mensuradas: como são originadas diretamente das atividades da empresa, como alternativas das atividades terceirizadas ou relacionadas às matérias-primas e que geram o consumo de eletricidade da empresa. “A compra de créditos de carbono tem uma grande base e segurança técnica por conta da estrutura de conformidade, verificação e auditorias”.

Vantagens

Sem incentivos, optando dentro do país e com custos adicionais em reduzir ou compensar suas empresas de carbono. Porém, existem três alternativas, pelo menos, para mudar suas práticas.

A primeira delas o positivo que a empresa pode promover a empresa valor no sentido de melhorar a imagem e melhorar o desempenho da marca, mais oportunidades de valorização daquela marca e mais marketing, mais oportunidades de valorização daquela marca, mais vendas”.

Outras possibilidades ambientais, fazendo com que uma empresa esteja preparada para evitar impedir é motivo de multas e impostos, algo que é visto pelos acionistas regulamentares.

Empresas que não se preocupam com os custos de danos ambientais correm mais riscos de ter “choques de custos” no futuro, se menos interessantes para investidores.

“É muito que ela saia ter essa vantagem competitiva, para ser frente na frente de melhor para a empresa que não tem interesse em explicar”, Chimeli.

uma, investidores e consumidores de carbono entre empresas (hoje em dia com os conceitos ESG em inglês para Ambiental, Social e Governança), e um selo de compensação de carbono entre empresas.

Para Drapac, este é um “caminho sem volta”, em que as companhias precisam investir para continuarem atraindo investidores.

Conheça algumas empresas que anunciam metas de redução de redução:

Maçã

Em outubro de 2002, os fornecedores que usam Apple mais recente do que apenas o número de energia mais do que o dobrou ao longo do ano limpo. Essa empresa é uma empresa com uma meta de compensação e uma cadeia de fornecimento de todos os 2030.

Ambev

Recentemente, a empresa de sustentabilidade anunciou duas bebidas com redução das metas de carbono de toda a cadeia 2025, com redução de até 2025% até 2040.

Amazonas

A empresa anunciou em 2040 compensar sua plataformabi0v19 que pretende compensar suas plataformas de carbono 2040. Recentemente, a Amazon se juntou à startup para criar uma plataforma para adquirir créditos de carbono e atingir suas metas de compensação.

Boticário

Em junho do ano passado, a empresa anunciou que 100% da energia utilizada em suas fábricas é de fontes renováveis.

Natura

A Natura afirma que desde todos os projetos satisfeitos por 20 atividades com apoio de projetos socioambientais.

iFood

A empresa anunciou uma compra do equivalente a mais de 115 mil toneladas de CO2 para neutralizar seu impacto ambiental.

Unidas

A empresa disponibiliza a opção de pressão de carbono, como a dos reservatórios ao construir um carro. A quantidade de milhas percorridas e consequente emissão de GEE podem ser mensuradas e compensadas por meio da compra de créditos de carbono.

*Sob supervisão de Ana Carolina Nunes

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