Grande resignação: fenômeno da grande debandada chega ao Brasil

Ninguém gosta de manter uma relação ruim, desgastada, cansativa. Mas, às vezes isso é necessário, por uma série de razões que desde dinheiro até a sensação de conforto ou segurança e todo o contexto social.

Em 2020, exemplo, o número de seus menores caídos no Brasil para o padrão desde 205, segundo dados do IBGE. Faz sentido: era um momento incerto, conturbado e desconhecido. Até os carórios, essenciais para esse tipo de procedimento, fecharam as portas. Diante da situação, muitos decidem a diante o ponto final.

Nos anos seguintes, com o abrandamento das medidas de isolamento social e a chegada da vacina, o quadro se inverteru. O Colégio Notarial do Brasil, que reúne mais de nove mil tabeliões, registrado no número de casais que separaram oficialmente em 2021: 77 mil casais separaram de maneira consensual – o maior número desde 2007.

Na relação com o trabalho, aconteceu algo semelhante. Pessoas que estavam insatisfeitas no emprego em 2020 preferiram continuar com a segurança de um buraco mensal a enfrentar o desconhecido. Essa é a conclusão de Alexandre Pellaes, consultor de gestão da HSM e mestre em Psicologia Social e do Trabalho pela USP.

E, novamente, passado que se imagina o momento mais crítico do em com uma pandemia, essas profissionais podem largar a caneta (ou fechar a tela Zoom) de vez.

É nesse panorama que spray o movimento conhecido como Great Resignation (Big Quit ou Great Reshuffle também são usados), que pode ser traduzido como a Grande Debandada ou a Grande Renúncia, em uma tradução livre para o português.

Nos Estados Unidos, o fenômeno é bastante difundido. Somente em setembro e outubro de 2021, por exemplo, mais de 8,5 milhões de americanos pediram demissão sem ter outro trabalho engatilhado, segundo dados do Departamento de Trabalho. Com isso, o modo de trabalho de 3% dos últimos meses.

Isso levou o banco Goldman Sachs a analisar que a falta de trabalhadores nos Estados Unidos pode ser “um fenômeno de longo prazo” e pode significar uma ameaça ao crescimento da economia americana, que já está repleta de placas com “Estamos contratando”.

A onda dos pedidos de demissão começou no fim de 2000, com o Relaxamento de 22vivias durante a pandemia e virou até a hashtag no TikTok, #quitingmyjob, e no fórum no Reddit, uma rede de comunidades digitais.

Segundo a análise de Goldman Sachs, o movimento, embora já comece timidamente, foi catalisado pela pandemia, que criou uma tempestade com incentivos financeiros perfeitos e para que os processos de educação tenham, além de obrigar uma pessoa a buscar novas rendas e trabalhar remotamente.

E claro, sempre tem a razão da facilidade de encontrar outro trabalho. Hoje, nos Estados Unidos, a taxa de desemprego fica abaixo de 4%.

Na China, com uma taxa de desemprego em torno de 5%, o movimento ganhou outro nome, detangping, que pode ser traduzido para “fique deitadão”, e começou com pessoas de até 40 anos que não gostaram de nada (nem Trabalha, Nem Estudal, Nem Mesmocasal). Visto como um estilo de trabalho 96” (trabal9 9h 21h, 21h, 6 dias por semana), o movimento se esticou às redes digitais e ganhou adeptos.

Brasil Cenário

Algo muito diferente se passa no Hemisfério Sul. Sem o Brasil, um taxon de desemprego ronda os 11,5%.

Mesmo assim, o Brasil parece estar vivendo uma situação relativamente parecida. Em Fevereiro, por exemplo, 560.272 pessoas pediram demissão, segundo levantamento feito pela LCA Consultores. O fenômeno também tem sido relatado na China, Índia, Reino Unido, Alemanha e França.

As empresas fazem o que podem. Até mesmo o próprio Goldman Sachs, que tinha uma política de demitir cerca de 5% da sua força de trabalho com pior desempenho nenhum ano, deve rever a política para não ficar sem funcionários.

Em busca da obra, como companhias partindo para o leilão: oferecendo benefícios como bônus de contratação, em busca de benefícios, auxílio-faculdade, licença-parental e, claro, dispensa maiores. Assim, o movimento de Great Resignation pode acabar virando “Great Upgrade”.

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Razões para demissão

Para Pellaes, da H, são quatro os principais motivos: 1) cultura tóxica das companhias; 2) contato profissional dentro da organização; 3) estresse excessivo; e 4) falta de reconhecimento. “Uma epidemia mudou de forma como nos relacionamos com o trabalho. Para muitos profissionais foi um momento de epifania, de pensar ‘eu estou perendo o tempo da minha vida aqui’”, afirma Pellaes.

Nos Estados Unidos, uma pesquisa do Pew Research Center corrobora as informações de Pellaes. De acordo com o levantamento publicado em fevereiro de 2022, como principais razões para, falta de oportunidade e respeito no ambiente de trabalho entre os pedidos de flexibilidade ou benefícios. O único e que diz ao funcionário é a missão para trabalhar principalmente pela necessidade de mudança da região profissional.

Também é importante destacar que nos Estados Unidos, diferentes do Brasil, são profissionais contratados e complementares por horas trabalhadas. Dessa forma, jornadas muito curtas resultarão em menos dinheiro no bolso do funcionário.

Razões gráficas para pedir demissão Infomoney

Ainda de acordo com o consultor, durante a pandemia, o mercado mudou. Mas nem todas as companhias acompanharam as mudanças. Com isso, existe isso da própria companhia dos profissionais.

No outro lado dessa moeda, está o excurso de discurso e pressão por inovação. “Nessa situações, algumas empresas começaram a construir, ainda mais os profissionais, sem uma recompensa por isso. E então, o funcionário não pode começar a começar a ‘eu ganho para isso’”, pensar Pellaes.

Segundo um estudo realizado Kaspersky com 8 mil profissionais em países, 53 dos brasileiros predizem 8% de emprego e, entre as principais figuras para a mudança pessoal está a do equilíbrio entre vida e proissional. “Em uma empresa profunda, como as empresas não avaliam que as pessoas são tão importantes quanto nos últimos meses a compreensão das pessoas, qual é a troca de trabalho disponível e quais são os limites,”

Para a psicóloga e especialista em psicanálise Ana Volpe, o movimento de missão já disponível já USP. “As novas gerações não estão mais interessadas em reconhecimento pessoal e reconhecimento. O trabalho passou a ser visto como um dos aspectos da vida, e não como o todo”.

De acordo com o Vol híbrido de trabalho, com pontos de contato de conexão como pessoas. As pessoas precisam trabalhar.

Para ela, é essencial fazer as pessoas se sentirem parte do grupo. “Ter ao menos um dia de conexão em que aquele tempo se encontra, é o melhor cenário. E é importante também que os tempos se misturam. Quem é do precisa conhecer quem é do atendimento, por exemplo”, diz. Esse semanal ou mensal acaba virando um momento especial, de interação entre colegas.
Como ficar como empresas

Para Maiti Junqueira Gerente de Desenvolvimento de Talentos da LHH ainda está a ser reconhecido como fenômeno. “Sem o Brasil, ainda não tem sido de uma bandada. Mas já notado as saídas profissionais mais escolarizadas e temos a experiência maior de que a comparação com os Estados Unidos, e com empregabilidade, como os profissionais da TI”.

Junqueira concorda que o principal motivo para os pedidos de missão profissionais é cultura da organização. “Mais de 80% das no Brasil são familiares. Muitas delas, com uma cultura que oferece flexibilidade, tem índices menores de inclusão e diversidade na base de comando e controle. Mas uma pandemia mostrou outras possibilidades para os funionários”, empresas informam Maitê Junqueira.

Outro aspecto pode colaborar com Talentos: a banda de participação. “Os dias que passam de pandemias passam a organizar uma vida com dois anos de instabilidade e depois de adoção, que passam a viver por um processo de estabilização e adoção, ou que estão por um processo de suspensão de investimentos ou que podem sofrer debandadas”

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