Estamos nos preparando para o futuro?

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Desde 2014, o indiano Rohit Bhargava vem nos fazendo pensar sobre tendências “não óbvias” e dividindo as suas ideias no South by Southwest (SXSW). Neste ano, em sua apresentação, com a presença de outras pessoas, ou não, o ativo da placa, em sua presença.

Como tendências de 2022 destacam-se o abandono de padrões pré-existentes e limitantes, o pensamento fora da caixa, a expansão da criatividade e o avanço sobre novas perspectivas e oportunidades. O especialista e o empresário de marketing são umas oportunidades únicas, um para abrirmos nossa mente em convites a capacidade de produção de novos modelos, soluções e conteúdos “negócios óbvios”. No entanto, no entanto, ao olharmos para as tendências possíveis de descobertas ano, algumas semelhanças com o olhar, ao olharem em 2020.

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Este foi o gênero que foi criado, como, o modo megatendências para o futuro, o Conhecimento, o Revivalismo da atenção, o Modo, a tecnologia, o propósito protetor Comércio de Fluxo.

Algumas megatendências já estavam sendo debatidas há dois anos, como o Revivalismo, o Modo Humano, o Ungendering (uma derivação do genderless), a onda retrô, o conhecimento instantâneo e a ruptura do fluxo de negócios. Ou seja, parece que o “não óbvio” está se repetindo.

Então, o que falta para as empresas e a cultura organizacional se adaptaram a este caminho e começarão a tirar essas ideias do papel? A questão parece simples, mas não é bem assim. Ela é estrutural, e não apenas uma chave que se muda. O desafio está na origem.

Para tirar do papel essas tendências “não óbvios” e que estão se repetindo, é preciso sair do discurso e passar para a ação.

As gerações Z e Alpha moldarão o futuro. Os Alphas, já nascem isolados e são conhecidos com um exemplo de grande quantidade de informações e conhecimento. Temas como sustentabilidade, economia circular, diversidade e inclusão são inerentes a esta geração, que quer transparência no discurso.

Portanto, uma mudança em direção ao novo passa por um compromisso interno da sociedade e das organizações. Caso contrário, as tendências permanecerão na teoria por muitos anos ainda – eo “não óbvio” se tornará “óbvio”.

Tiago Aguiar é Superintendente de Novas Plataformas na TecBan.

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