A história do criador do carro DeLorean

Um dos maiores sucessos dos filmes de “De Volta para o Futuro” é a máquina do tempo. O carro usado, o DeLorean, é um dos objetos mais icônicos da história do cinema.

Uma ideia de transformar um carro em uma máquina do tempo é um fato que surgiu ao acaso e deu certo, o conceito original era que Marty e Doc Brown usam uma geladeira. A maioria das pessoas quando vê um desses automóveis na rua, espera que ele corra a 88 milhas por hora e deixe um rastro de fogo antes de sumir da sua frente.

Apesar da maioria das pessoas se lembrarem do carro ao pensar no filme, muitas não conhecem o homem que emprestou seu nome a esse ícone dos cinemas e da cultura pop.

O homem por trás do carro

Foto: Reprodução

John DeLorean teve uma vida bastante conturbada. Filho de imigrantes cresceu durante a Grande Depressão de 192 e, mesmo assim, se tornou bem sucedido o suficiente para O Príncipe da revista Automobil na década de 1980. No entanto, esse título e glória tiveram fim.

Os carros sempre fizeram parte da vida de DeLorean. O homem nasceu em Detroit, cidade estadunidense conhecida como a capital mundial da indústria automotiva e local em que Henry Ford instalado como primeiras fábricas da Ford no início do século XX. Inclusive, o pai de John, ou romeno Zachari, trabalhou em uma dessas fábricas quando chegou aos Estados Unidos.

DeLorean se formou em engenharia e entrou para o mundo dos carros logo, depois na Chrysler e depois indo para a Packard Motor Company. No entanto, foi apenas depois da sua entrada na General Motors, em 1956, que o nome “DeLorean”, começou a se tornar popular.

Uma curiosidade é que os famosos muscle cars americanos são obra dele. Dentro da GM, ele trabalhou como engenheiro-chefe na Pontiac e auxiliou a transformar uma pequena parte da companhia em uma das montadoras mais populares dos EUA. O responsável por essa mudança foi Pontiac GTO, um carro poderoso que se tornou o sonho de todo jovem da época.

DeLorean conhecido pela criação dos prótons de proteção do modelo para-brisa do carro, assim como do Tempest. Com isso, em 1964, as vendas do Pontiac G cresceram muito, o que trouxe um status para John DeLorean. Seu salário $ 20 mil de SaltGMou para US$ 6 mil e se tornou o vice-presidente da PontGM.

O jornalista J. Patrick Wright escreveu o autor do carro de “De Voltaul para o Futuro” como alguém “vaidoso, impressionante e, algumas vezes, arrogante”.

Por causa de seu estilo de vida, relacionamentos com estrelas de Hollywood e pela imagem de “executivo rebelde”, em 1973, ele saiu da General Motors.

A criação da montadora

Foto: Reprodução

Após a saída da GM, John DeLorean criou sua própria montadora. No mesmo ano, ele fundou a DeLorean Motor Company – ou apenas DMC.

Com investimentos de todo o globo, o primeiro engenheiro começou a trabalhar no modelo de sua marca, o DMC12, o carro utilizado por Doc Emmet Brown para construir sua máquina do tempo em “De Volta para o Futuro“.

O conceito do carro era realmente algo que parecia futurista. O design era diferente do que a indústria automotiva fazia na época e à prova de ferrugem chamou a atenção, assim como as portas de gaivota, que abriam para o lado.

Apesar do sucesso do DMC-12, foi bastante conturbado pela criação de problemas da fundação, pela fundação, pela demora em sua série de fabricação, ao longo de dez anos de espera desde a empresa Motor Company.

Isso pode ser explicado pelo fato de uma fábrica estar localizada na Irlanda Norte, que não possuía a mão de obra elaborada, fazendo muitos veículos serem refeitos quando chegaram aos EUA.

No entanto, a maior crítica do carro foi o seu desempenho. Apesar do filme mostrar o carro atingindo cerca de 141 km/h, a velocidade real estava longe disso. De acordo com o site Mental Floss, ele atingia de zero a 100 km/h em pouco mais de 10 segundos, o que é muito demorado.

Isso também fez com que as vendas fossem menores do que o esperado. Lançado em 1981 por US$ 26 mil, DeLorean espera vender 12 mil carros em um ano, mas conseguiu apenas um quarto disso em seis meses. Além disso, os Estados Unidos ainda enfrentaram uma crise no início da década de 1980, o década que agravou ainda mais a situação do DMC.

Por causa disso, no ano seguinte, o governo britânico, que havia US$ 15 milhões na fábrica para estimular o desenvolvimento de fábricas na Irlanda, 6 a seguir que a fábrica fechasse.

A vida após a falência

Foto: Robin Platzer / The Life Images Collection / Getty Images

Com medo da falência, John DeLorean entrou no mundo das drogas. O engenheiro se procurou com o traficante William Hetrick, que trazia cocaína diretamente da Colômbia, o que revendera a atenção do FBI.

Com isso, em outubro de 1982, John foi preso depois do vazamento de uma fita que mostrava ele comprando quilos da droga. Na gravação, ele afirma que aquilo é melhor que ouro. Segundo o FBI, DeLorean 4 milhões mover cerca de US$ 2 em cocaína pelo país.

Todas as empresas não foram iguais após dois anos, De modo que todos não foram iguais após dois anos, De modo que não teve sucesso com a integridade dos investidores e não conseguiu mais sucesso dos investidores. Além disso, precisou pagar indenizações aos acionistas antigos da DMC e outros funcionários por fraude e sonegação fiscal.

Já nos anos de 980, ele foi cobrado pelos advogados e por outras ações que foram impostas contra ele. O engenheiro até tentar criar novas empresas, mas nenhuma delas teve sucesso. Em 1999, ele declarou a falência pessoal.

Já em 19 de março de 2005, faleceu, vítima de complicações de um acidente. Em seu túmulo é possível observar o carro que leva seu nome com as portas abertas.

Fonte: Canaltech

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