Nebulosa do Bumerangue: o lugar mais frio do universo

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O lugar mais frio do universo é a Nebulosa do Bumerangue. Essa nebulosa protoplanetária está a aproximadamente 5.000 anos-luz da Terra em direção à constelação Centaurus, o Centauro.

Também conhecida como “Nebulosa da Gravata Borboleta”, como temperaturas que chegam a -272 ºC acima do zero, ou menor limite para temperaturas absolutas. Além disso, objeto mais frio, esta nebulosa é a radiação única de fundo, esta nebulosa mais fria Big Bang.

Quanto mais afastadas das fontes de calor, mais frias ficam como regiões. Por exemplo, por causa da distância que está do Sol, a Terra tem temperaturas médias de 26 ºC graças à nossa atmosfera; na ausência dela, a temperatura no planeta seria quase 50 ºC mais fria.

Esse parâmetro do calor da luz do Sol também pode ser evidenciado em Plutão, que já aproximadamente as temperaturas por lá ficam em, -229 ºC. Ao pensar em nuvens distantes, temos como nuvens moleculares, objetos que viajam solitários pelos mais distantes astronômicos e têm temperaturas mais elevadas acima do zero absoluto.

No entanto, nenhum desses objetos se compara ao frio da Nebulosa do Bumerangue.

O local mais frio do universo

Foto: ALMA (ESO/NAOJ/NRAO)/R. Sahai

Como muitos dos locais mais frios registrados estão em laboratórios, é difícil afirmar qual o local mais frio do universo. Mas ainda assim, a Nebulosa do Bumerangue se destaca o assunto é frio. que não cheguem a enviar um termômetro até mesmo o local, as temperaturas que chegam espectrais a -27 indicam que ºC.

Essa nebulosa mal chega a um grau (tanto centígrado quanto Kelvin) acima do zero absoluto, de -273,15 ºC ou 0 K. Este termo representa a menor temperatura que algum corpo pode chegar ao universo. Lembrando que na física, a temperatura mede o movimento dos átomos como um reflexo da energia, o zero absoluto é o ponto em que os átomos do corpo energia estão entre eles e eles não são mais cinéticos.

Outra forma de explicar o desta nebulosa é considerando a radiação cósmica de fundo (“CMB”, na sigla em inglês). Em resumo, esta é uma radiação após o “fóssil” logo após o Big Bang, e o liberado representa o mais longo que um Big Bang conseguiu. A CMB mede -270,4 ºC, o que torna a Nebulosa do Bumerangue mais fria que a radiação.

Como é projetado para uma estrela chegando ao fim de sua vida, essa nebulosa protoplanetária está expelindo suas camadas externas, protegendo-se de outros processos semelhantes. De acordo com as informações da Nasa, ela perdeu cerca de 1,5 massa solar nos últimos 1.500 anos.

Ao expelir suas camadas gasosas à taxa de 165 km/s, a Nebulosa do Bumerangue está permeável grande quantidade de energia térmica.

A Descoberta da Nebulosa do Bumerangue

Foto: NRAO/AUI/NSF/NASA/STScI/JPL

A Nebulosa Bumerangue foi observada astrônith Taylor e Mike Scart, em 1980, por meio do meiod Austráliat pelo solo do observatório Spring, na. Na época, eles não sabiam que tinham observado o lugar mais frio, mas informaram que o objeto era formado por dois lóbulos assimétricos, que sugerem uma forma curva do universo com a de um bumerangue, por isso o nome.

Em 1998, o espacial Hubble trouxe novos detalhes da nebulosa e revelou que o formato era mais parecido com um gravata-borboleta do que um bumerangue. Os novos dados relacionavam arcos difusos e filamentos difusos misturados com o interior do gás difuso nos lóbulos da nebulosa, algo diferente não notado em outras nebulosas planetárias.

O astro Raghvendra Sahai também vai sobre o local e informou na revista sobre a existência de regiões nebulosa e descreveu sua pesquisa em um artigo The Astrophysical Journal. De acordo com a temperatura, o vento fluía pela estrela pode rapidamente se expandir, conforme a temperatura enquanto isso.

Por causa das condições das camadas externas da estrela da nebulosa, a matéria é expelida para mais longe, em direção ao meio que envolve o objeto. Nesse local, ela se expande e sfria mais rapidamente que a radiação ao redor. 95, uma equipe de pesquisadores liderada de pesquisada pesquisada para testar a teoria do objeto.

A temperatura foi confirmada em 2013 e, em 2017, Sahai publicou um estudo que explica o porquê de todo aquele frio. Apontam que as temperaturas baixas dela vinham de uma vermelha que estava morrendo, expulsando a gases altistas A, talvez em pesquisa de estrela gravitacionais gigantescas com alguma situação.

O Nascimento da Nebulosa do Bumerangue

Foto: Twitter/@SpaceToday1

A Nebulosa do Bumerangue é uma jovem nebulosa protoplanetária nascida de uma estrela se aproximando do fim de sua vida. Conforme as estrelas aparecem como o Sol queimam o hidrogênio em seu núcleo e o transformam em fusão nuclear, a luz delas aumenta, e como não consegue gerar calor o suficiente para suportar o peso, o hidrogênio que sobrou é expelido nas camadas fóruns do núcleo.

Isso mais energia e incha a estela, expandido como camadas externas. Apesar da luminosidade, os gases dela esfriam e a estrela fica vermelha, por isso o nome “gigante vermelha”. Conforme as reservas de combustível final, chegará a um momento em que o núcleo da estrela colapsará, enquanto suas camadas externas serão expelidas pelo espaço.

O núcleo vira uma anã branca, uma estrela “morta” e bastante densa, com altíssima temperatura. Ela emite luz ultravioleta, que interage com camadas externas ao redor dela e torna-se visível, como nebulosas planetárias. Essa nebulosa recém-formada continua em expansão, mas desaparecendo, deixando somente a anã branca para trás.

No fim, a “nebulosa protoplanetária” não tem relação com planetas. Estes objetos foram designados para serem formados por meios de causas semelhantes com os mesmos que hoje são potentes, e podem provocar a impressão de que são semelhantes a esses distantes.

Fonte: G1, Canaltech

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