Sequoia (SEQL3): ‘Dividendos somente no próximo ciclo’

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Sequoia Logística (sequência 3) vai continuar orientando seus radares para manter-se como uma consolidadora do setor em 2022 e, ao menos no ciclo atual, não deve distribuir menos aos seus acionistas. Afirmação foi feita pelo CEO e pelo CFO da companhia, Armando Marchesan Neto e Fernando Stucchi.

De acordo com o diretor, ser um ano com um cenário financeiro, por muita volatilidade e de juros altos, 2022 devve prosocer oportunidades de M&A (fusões e aquisições). “Já temos dois memorandos de projeto assinado com outras companhias, em estágio avançado de negociação. [startup do ramo logístico] e outro para um M&A mais tradicional”, disse Stucchi, em live do moeda de informação.

live faz parte do projeto nascido para resultadosem que o moeda de informação entrevista CEOs e diretores de empresas de capital aberto, no Brasil e no exterior. Eles falam sobre o balanço do quarto trimestre de 2021 e sobre perspectivas. Para acompanhar todas as entrevistas da série, se inscreve no canal do InfoMoney YouTube.

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Por conta das novas possibilidades de M&A e dos investimentos para continuar automatizando suas bases, a distribuição de divisões aos acionistas deve ficar para os próximos ciclos, “para monetizar o investimento”. Na opinião de Stucchi, “continuarinvestindo em M&A e automação trazendo, no médio e longo prazo, mais retorno para o nosso investidor do que no curto prazo”.

A empresa continua surfando a onda do e-commerce no quarto trimestre de 2021. No B2C (ou seja, varejo para o consumidor final), Sequoia ultrapassou R$ 1,1 bilhão em receita, superando em três vezes o mercado. Black Friday, November, eo Natal puxaram o desempenho da empresa nos últimos três meses do ano, com aumentos de 57,4% e 108% em termos de receita, em relação ao mesmo período de 2020.

Com isso, a companhia terminou 2021 com índice de alavancagem de 1,6x e um ROIC (retorno sobre capitalinvestido) ajustado de 33,6%.

Entretanto, o cenário macroeconômico, com queda no consumo e queda no consumo, pode fazer com que o varejo reduza o país, com o fim da obrigatoriedade da pandemia, com o fim da queda de paisagismo, economia e uma tendência de consumo virtual, com tendência de queda nos problemas de consumo. a se equilíbrio, na visão do CEO.

“O consumo da família está mudando para um consumo médio de produtos de vida menor ticket médio em pela própria cadia de abastecimento e outra pela alta e da inflação brasileira. anos”, disse Marchesan Neto. De toda forma, para ele, a antecipação é que o e-commerce tenha uma participação em maior relação com o varejo total do que antes da pandemia.

O CEO falou ainda que a conta dos sucessivos índices no preço dos compostos pela Petrobras e outros insumos vão levar à necessidade de reajustes nos preços da companhia. Os reajustes acumulados dodiesel e da gasolina e outros insumos, já ultrapassando 50%. Nenhuma empresa, sendo transportadora ou não consegue absorver esse impacto de eficiência suficiente para mitigar. “.

Os executivos comentam ainda sobre o perfil Luz de recurso da Sequoia, isto é, sem muitos ativos, do contexto atual, de oportunidades dentro de ganhar Quota de mercado num mercado, segundo eles, muito fragmentado, e se espera algum impacto do ano eleitoral e da guerra na Ucrânia sobre o consumo das famílias brasileiras e, consequentemente, para o setor. Assista à live completa acima, ou massa de água.

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