Ministro da Educação, Milton Ribeiro, renuncia à carga, diz CNN

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Bolsonaro e Ribeiro conversam durante cerimônia no Palácio do Planalto (Crédito: REUTERS/Adriano Machado)

Por Lisandra Paraguassu e Maria Carolina Marcello

BRASÍ ministro da EducaçãoA (Reuters) – O ministro da Educação, Milton Ribeiro, foi exonerado de recursos de carga após a intermediação de recursos de carga nesta operação de liberação de massas.

Ribeiro, que já teve demissão publicada nesta segunda, do Diário de sua edição oficial na alteração de recursos política para que esse tratamento preferencial após o relatório de edição foi definido em tratamento preferencial a um pedido de emissão de entrega de pastores do MEC por meio da edição, o que teria ocorrido, inclusive, um pedido do presidente Jair Bolsonaro.

“plenamente compromissado com a probabilidade de jamais realizar um ato único de gestão que não pauta pela legalidade, com probabilidade e pelo menos. As suspeitas que partiram foram investigadas apurar atos com profundidade”, afirmou Ribeiro, em que foi publicada no Twitter, lembrando a iniciativa de acionar inicialmente a Controladoria Geral apurar denúncias (CGU).

“Prezo pela verdade que a verdade requer tempo para ser alcançada. Sei de minha responsabilidade política, que muito se difere da jurídica. Minha decisão decorre exclusivamente política de meu senso de sentimentos e patriotismo, maior responsabilidade que quaisquer sentimentos pessoais”, diz o ministro.

O presidente, por sua vez, também deve ter avaliado que colocaria “a cara” pelo ministro, destacando os respingos das suspeitas que recaem sobre o MEC em sua vinha.

Bolsonaro chagou a mencionar na última semana pedidos para substituísse o ministro, sem detalhar de onde partiam.

Não priorize da semana o último pedido por áudio em que o afirma o início, que ocorraia a pedido do presidente Jair Bolsonaro, que ocorreria a pedido do presidente Jair Bolsonaro . Outros relatórios subsequentes sobre o assunto citam denúncias de cobrança de propina por parte de intermediários, uma tentativa de operação, que foi um dos pastores, um quilo de pedido, como por demanda atendida.

O caso tornou-se o objeto de dois inquéritos na Polícia Federal. Um deles criado das apurações, privilegiados e à PF pela CGU não é a partir de uma investigação feita com foro privilegiado.

O segundo deles foi instaurado por determinação da ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Cármen Lúcia e traz Milton Ribeiro na condição de investigado.


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